<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791</id><updated>2012-02-23T14:45:37.312-08:00</updated><title type='text'>Falando Sério</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>53</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-7656914646182366452</id><published>2012-02-23T14:45:00.001-08:00</published><updated>2012-02-23T14:45:37.338-08:00</updated><title type='text'>Mentiras essenciais. Verdades simples.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llEste é o título de um bom livro que li faz algum tempo, do autor Daniel Goleman que ficou conhecido pelo grande sucesso de outra obra, chamada “Inteligência Emocional”, um divisor de águas no período de sua publicação na década de 90 e que serviu como referencial para várias pesquisas e estudos que elevaram as ciências do comportamento a patamares altíssimos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, este livro que tem o mesmo título do artigo foi de grande valia para mim, tanto em meus estudos como na aplicação de seus conceitos em minha vida. A leitura em si é bastante técnica e densa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em suma, há uma abordagem extensa e profunda sobre aspectos comportamentais e principalmente sobre algo que fazemos em nosso cotidiano. Uns fazem mais, outros menos. Dar desculpas e justificativas. Conhece alguém que faz isto? Algum parente, vizinho ou amigo? Ou você mesmo vive fazendo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Imagine um fato. Por exemplo, um tio seu é alcoólatra. Isto é um fato, uma ‘VERDADE SIMPLES’. Nua e crua. Alguma decisão precisa ser tomada a respeito. Contudo, os familiares quando colocados frente à situação, dizem coisas como: “Puxa esta ansiedade está fazendo com que ele beba” ou “Ah! Isto é assim mesmo, sempre que fica feliz (ou triste, preocupado, cansado) ele bebe”. Só que isto acontece ‘de vez em sempre’. E em vez da família encarar o fato, arruma estas desculpas e justificativas, as tais ‘MENTIRAS ESSENCIAIS’. Ou seja, arranjamos mentiras que enganam a nós mesmos, mas que são essenciais para que não tenhamos que encarar a realidade como ela é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E porque fazemos isto? Para nos livrar da dor e sofrimento que estas situações trazem. Fica mais simples e confortável justificarmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este é um mecanismo mais do que comum no comportamento humano. O problema é que não temos idéia do quão nocivo ele é. A simples falta de discernimento em não encararmos nossos problemas e as situações que passamos na trajetória da nossa vida faz com que nos mantenhamos sempre em uma posição passiva em relação a eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E eu pergunto: Se há algo que tem de ser resolvido em minha vida, quem resolverá por mim? Muito bem, resposta certa. Apenas eu posso tomar as rédeas da situação e resolvê-la, tomar as decisões, buscar recursos para resolvê-la da maneira mais equilibrada possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas as coisas não param por aí. Cada vez que “finjo” que não há nada de errado e permaneço estagnado, esperando que as coisas se resolvam por si (e já percebeu que isto nunca acontece?) acabo sofrendo as conseqüências, normalmente no futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Certamente uma das premissas das pessoas que atingem seus objetivos e conquistam seus sonhos é a de não ‘tapar o sol com a peneira’ e tratar as situações da vida de maneira objetiva e direta, justamente porque normalmente nosso êxito depende exatamente das soluções e resoluções dadas a estas questões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sinceramente, você tem dado a devida importância às verdades simples de sua vida e tentado resolvê-las ou está arrumando mentiras essenciais para justificar a falta de atitude?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. José Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-7656914646182366452?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/7656914646182366452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/mentiras-essenciais-verdades-simples.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7656914646182366452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7656914646182366452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/mentiras-essenciais-verdades-simples.html' title='Mentiras essenciais. Verdades simples.'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-5831621800038080220</id><published>2012-02-17T08:56:00.002-08:00</published><updated>2012-02-17T08:56:14.492-08:00</updated><title type='text'>Procrastinação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llTudo bem. Concordo que a palavra seja realmente esquisita. Talvez você nunca a tenha ouvido antes, mas certamente já caiu na armadilha deste hábito. E o que é pior, talvez isto seja uma atitude que você tem mais rotineiramente do que imagina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sabe quando você precisa resolver algo e diz para si mesmo ou para alguém: “Ah...amanhã eu faço”. E este amanhã vai ficando para depois de amanhã e às vezes nunca chega.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Procrastinar é deixar para depois, adiar. Lembra-se quando tinha de estudar para a prova e deixava para a última hora? Ou aquele compromisso que você sabia que deveria ter marcado e deixou para lá? Pois é, você procrastinou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este é um hábito que em algum nível atinge mais de 60% da população. Quando acontece de vez em quando, tudo bem. Afinal você tem o direito de estar cansado ou sem disposição para fazer algo naquele exato momento. O problema acontece quando isto se torna uma atitude constante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pesquisas da Universidade de Windsor, no Canadá, comprovam inclusive que os procrastinadores têm normalmente mais estresse e problemas agudos de saúde do que aquelas pessoas que concluem suas tarefas no momento oportuno. E talvez você se pergunte: Ué, mas aquele que é “cuca fresca”, que deixa as coisas para depois não deveria teoricamente ser mais tranqüilo e ter uma saúde melhor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A linha de raciocínio não está totalmente incorreta. O grande problema é que a procrastinação gera um acúmulo de tarefas posterior e um desprendimento muito maior de esforço e energia para a resolução destas situações. Como exemplo, voltamos ao caso dos estudos. Se as pessoas estudassem a matéria pouco a pouco, fizessem os trabalhos, entregassem as tarefas, não precisariam passar noites em claro no final do ano estudando um volume muito maior de matéria. No entanto, segundo outra pesquisa sobre o assunto da Universidade de Calgary no Canadá relata que entre os universitários a procrastinação atinge inacreditáveis índices de 90%.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porém o fato mais preocupante é que para alguns a procrastinação serve como “fuga”. Em determinadas situações, o “deixar para depois” serve como uma interessante alternativa para evitar um suposto fracasso, para o receio de cometer erros ou obter um mau desempenho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Outro fator determinante para a procrastinação é a indecisão. Quando as pessoas não sabem qual decisão tomar, acabam deixando esta decisão para “quando não tem mais jeito” e assim ao tomarem a decisão, inconscientemente se defendem dizendo a si mesmo e aos outros que certamente poderiam ter feito melhor se tivessem mais tempo ou tivessem começado antes. Ou seja, em muitas ocasiões a procrastinação serve como álibi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A procrastinação pode ser considerada nociva quando interfere no rendimento, na qualidade de vida da pessoa em questão e das pessoas que estão ao seu redor, seja em ambiente profissional ou até mesmo familiar. Infelizmente o que acontece é que diversas oportunidades são desperdiçadas, pois não são aproveitadas no momento exato que aparecem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É fundamental que você assuma de uma vez por todas o controle da sua vida. Se quiser ser feliz, faça isso agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ou vai procrastinar mais uma vez?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. José Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-5831621800038080220?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/5831621800038080220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/procrastinacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5831621800038080220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5831621800038080220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/procrastinacao.html' title='Procrastinação'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-6869634162230248917</id><published>2012-02-09T18:44:00.001-08:00</published><updated>2012-02-09T18:44:32.841-08:00</updated><title type='text'>O que você faria?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llO que você faria na sua vida se soubesse que não iria fracassar? Você entendeu minha pergunta? Tudo bem, vou repeti-la. O que você faria se soubesse que não iria fracassar?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso mesmo. Quais decisões você tomaria na sua vida, se por algum motivo você tivesse a plena certeza que não haveria a mínima possibilidade de algo dar errado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Imagine que um belo dia você encontrasse uma lâmpada mágica, um gênio, um anjo ou tivesse a oportunidade de ter uma conversa direta com o Pai Celestial e recebesse a garantia de que não haveria erro. O que você fizer dará certo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Você saberia responder? Pode ser em sua vida pessoal, afetiva, profissional, financeira, qualquer um dos segmentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais uma vez: O que você faria se soubesse que não iria fracassar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pediria aumento? Daria entrada para obter a sua tão sonhada casa própria? Tomaria coragem para convidar para um cinema aquela pessoa que há tanto tempo você vem paquerando? Mudaria de profissão? Investiria em você? Faria aquela reforma tão desejada em sua casa? Viajaria para aquele lugar tão sonhado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pois é, talvez as respostas tenham vindo à sua mente, mas talvez você esteja surpreso, justamente por não saber o que você realmente tem desejo de fazer. Mais há ainda um agravante. Em certas ocasiões não temos esta resposta ou ainda que tenhamos a resposta, ficamos hesitantes em responder, justamente porque o medo do fracasso é um dos sentimentos que mais paralisa o ser humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sabe aquilo que sentimos quando estamos prestes a tomar uma decisão e na hora “H”, acabamos por não tomá-la? Quando temos algo a fazer e não fazemos? Muitas vezes este sentimento que toma conta de nós é o tal medo do fracasso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agora, faça o mecanismo inverso. Pense em alguém que para você seja um símbolo de sucesso. Já lembrou? Agora me responda novamente. Você concorda comigo que em algum momento estas pessoas também tiveram de tomar decisões? E você realmente acredita que elas não hesitaram, não titubearam em nenhum momento? Certamente hesitaram e ficaram inclinadas a desistir, mas houve algo maior, mais forte, mais intenso que fez com que elas prosseguissem. O quê foi este algo? Desculpe, mas isto você terá de descobrir por si mesmo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas terá de experimentar. Quando tiver algo a fazer e sentir aquela vontade de desistir, aquele medo de fracassar, terá de ir adiante. Ao menos uma única vez. E talvez se surpreenda com os resultados. Por experiência pessoal, posso afirmar-lhe uma coisa: Já senti este mesmo sentimento várias vezes e em certas ocasiões sinto-o até hoje. Mas o que obtive de mais precioso em minha vida, obtive quando rompi esta barreira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E tenho certeza que você também já conquistou coisas e objetivos que nem mesmo você acreditava ser capaz. Lembre-se destes momentos. Certamente você também já rompeu este “muro” chamado “medo de fracassar”. Talvez esta seja a única distância entre quem tem e quem não tem sucesso, quem alcança e quem não alcança seus objetivos. Decidir romper ou não esta barreira. Acredite em você e tome boas decisões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. José Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-6869634162230248917?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/6869634162230248917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/o-que-voce-faria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6869634162230248917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6869634162230248917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/o-que-voce-faria.html' title='O que você faria?'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-1704571727925242088</id><published>2012-02-02T15:01:00.001-08:00</published><updated>2012-02-02T15:01:04.660-08:00</updated><title type='text'>Posso, devo, quero</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llSempre pensei muito nisso. Na dificuldade que o ser humano tem em tomar decisões. É fato que alguns têm mais que outros. Para alguns a indecisão é um dos grandes adversários e oportunidades são desperdiçadas pela hesitação. E minha dúvida era sobre qual afinal seria o motivo disto acontecer.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Creio que basicamente porque as decisões e outras circunstâncias da vida das pessoas se dividem em uma tríade: o que querem, o que devem e o que podem fazer. Pode reparar. Há coisas que as pessoas querem fazer e às vezes até podem, têm a chance de fazê-la, mas no fundo sabem que não devem. Muitas vezes ainda assim fazem e as consequências podem ser desastrosas. Um exemplo dentre dezenas? Beber e dirigir. Por mais que as leis impeçam, o livre arbítrio às vezes libera.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há aquelas outras coisas em que as pessoas podem fazer, devem fazer, mas não querem... Exemplos? Fazer exercícios físicos, parar de falar mal da vida alheia, entre outros. Há também aquelas que as pessoas querem fazer, devem fazer, mas não podem. Por quê? Muitas vezes porque alguns comportamentos como timidez, insegurança, as limitam. Não podem? Pois é, muitas vezes os comportamentos literalmente impedem alguns de realizar coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O mais complexo nesta situação toda é conseguir conciliar estes três fatores: o que podemos, devemos e queremos fazer, ao contexto. Porque o contexto é formado pelo ambiente externo e suas normas, leis e padrões de moral e ética e pelo ‘ambiente interno’ que é o universo particular que existe dentro de cada um de nós.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Às vezes quando internamente as pessoas se sentem preparadas para tomar uma decisão o ambiente externo e suas leis a impede (e cá entre nós, muitas vezes isso é ótimo) e em outras o ambiente externo é até propício, mas as ‘leis’ internas, normalmente calcados em valores e crenças pessoais acerca do mundo e de si mesmo não deixam que esta decisão seja tomada. O que tudo isto tem de importante?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez você nem imagine o quanto. Muita gente sofre demais por ser indeciso, pode acreditar. Alguns simplesmente não conseguem tomar nem pequenas decisões e acabam ficando a mercê das circunstâncias da vida ou pior, das decisões que outras pessoas tomam por elas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Normalmente as decisões mais acertadas ou ao menos as mais éticas são aquelas que estão ligadas ao que podemos, devemos e queremos fazer. Infelizmente nem sempre estas três variáveis são contempladas simultaneamente. Mas, não deixe que isto atrapalhe suas escolhas. Mesmo porque, pior do que tomar a decisão errada é não tomar nenhuma decisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. José Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-1704571727925242088?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/1704571727925242088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/posso-devo-quero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1704571727925242088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1704571727925242088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/02/posso-devo-quero.html' title='Posso, devo, quero'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2102489191988903060</id><published>2012-01-26T13:49:00.001-08:00</published><updated>2012-01-26T13:49:49.572-08:00</updated><title type='text'>Oscilações</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llHoje ao ler estas palavras talvez você esteja se sentindo maravilhosamente bem. Talvez ontem você se sentisse meio chateado, mesmo sem saber o porquê. É possível que você nem repare nisto ou no quanto estas coisas interferem na sua vida. Porém, acontece com todos nós. É inevitável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ora nos sentimos confiantes, determinados, focados. Ora estamos ali, cabisbaixos, desanimados, sem saber muito bem que rumo tomar. E não venha me dizer que não funciona assim. Todos nós passamos por isso, são as oscilações que fazem de nossa caminhada uma trajetória formada por altos e baixos. Para a maioria das pessoas estas ‘idas e vindas’ são bem sutis, enquanto para outras são tão extremas que podem ser diagnosticadas como doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Repito, faz parte da estrutura comportamental do ser humano. E se alguém lhe disser que não está sujeito a estas oscilações, desconfie. Uns vivem no lado mais ‘down’ desta frequência por mais tempo e sem perceber acabam entrando em processos como depressão e síndrome do pânico. Outros vivem a maioria do tempo na parte ‘up’ deste pêndulo e se dizem que não tem seus momentos de incerteza e introspecção há algo que pode estar errado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tudo que é exagerado, para um lado ou para outro não é salutar. Ou estas pessoas estão utilizando toda esta parte ativa, otimista para esconder alguns ‘fantasminhas pessoais’ ou estão de tal forma dominadas pelo EGO que já ultrapassaram há muito tempo a suave e quase imperceptível linha entre a autoconfiança e a arrogância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas afinal, o que faz com que oscilemos tanto? Novamente a resposta não é exata, pois há diversos componentes envolvidos na formação da realidade pessoal. A maneira como cada um de nós interpreta os estímulos externos, as situações cotidianas que se apresentam em nossa vida certamente é um dos fatores preponderantes para que formemos nossa realidade. Simplesmente pelo fato de vivermos não com base na realidade como ela é e sim em como esta realidade é para nós, sob o nosso ponto de vista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se, por exemplo, partimos do centro e vamos visitar outro bairro, quanto mais distante for tal bairro, obviamente maior será nossa dificuldade e o tempo para retornarmos. No âmbito comportamental, funciona da mesma forma. Quanto mais extrema for a maneira que interpretamos as coisas, mais distantes estaremos do tão almejado ponto de equilíbrio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este equilíbrio é que permite que as oscilações, como já dito inevitáveis, sejam mais brandas. Há pessoas que ficam extremamente felizes, radiantes quando algo bom lhes acontece e sofrem demasiadamente, absurdamente, quando passam por algum dissabor. Estas pessoas vivem a vida de maneira mais intensa? Podemos até interpretar desta forma, mas certamente estão muito mais sujeitas a se desequilibrar, a ter rompantes frente às situações que inexoravelmente a vida nos apresentará. Perceba isto em você. Qual tem sido o grau de suas oscilações? Você tem ido muito a estes extremos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. José Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2102489191988903060?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2102489191988903060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/oscilacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2102489191988903060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2102489191988903060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/oscilacoes.html' title='Oscilações'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-5211654177718045697</id><published>2012-01-19T11:08:00.001-08:00</published><updated>2012-01-19T11:08:04.905-08:00</updated><title type='text'>É pessoal?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llUm dos motivos que fez com que eu me dispusesse a aceitar o desafio de uma troca de carreira depois de bons anos de formado e com uma trajetória até estável na Odontologia foi a chance de me aprofundar cada vez mais no estudo e na aplicação de processos que fomentam o já absurdo potencial da mente humana. Quanto mais estudo, mais fico fascinado e percebo o quão pouco sei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há uma frase que diz: ‘A mente pode ter diferentes níveis, mas não tem limites’. Então a pergunta é: por que um grande número de pessoas acaba menosprezando este potencial por meio de comportamentos auto limitantes?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Obviamente não existe uma resposta única e mágica a esta questão, mas certamente um dos fatores primordiais é a dificuldade que as pessoas têm em aceitar que tem coisas a melhorar. Só posso evoluir e melhorar se souber O QUE devo melhorar. &amp;nbsp;Se descermos ainda mais um degrau, veremos que esta dificuldade em admitir que falhamos está ligada à outra dificuldade, talvez ainda maior: ouvir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A maioria das pessoas escuta, mas pouquíssimas realmente ouvem. E muitas, quando ouvem de alguém que têm algo a melhorar, entendem como se fosse uma crítica ou até mesmo uma ofensa pessoal. &amp;nbsp;Já reparou?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em algumas situações parece a 3ª guerra mundial. Cara feia, respostas grosseiras, ofensas e em casos mais extremos até desentendimentos mais sérios. E isto porque estou falando prioritariamente de relacionamentos entre pessoas que se gostam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O conceito está confuso? Então deixe-me tentar sintetizar. Funciona assim: se eu menciono algo a você que pode ser melhorado eu não estou criticando VOCÊ. Estou citando um COMPORTAMENTO seu que pode mudar, para melhor. Mesmo porque, VOCÊ não É apenas seus COMPORTAMENTOS. VOCÊ é muuuuuito mais do que isso. VOCÊ é um ser único, especial, maravilhoso e repleto de potenciais que talvez não estejam sendo utilizados de maneira adequada porque seus COMPORTAMENTOS estão impedindo que isto aconteça. Faz sentido?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entenda, não é nada pessoal. &amp;nbsp;É apenas uma dica, um toque, um ‘feedback’ (como se diz atualmente) que alguém está te dando para que você seja ainda melhor. Mesmo porque só nos preocupamos em dizer algo que precisa ser melhorado a quem gostamos, com quem convivemos e queremos bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O problema é que um ‘cara’ que faz parte de você, chamado EGO, faz com que você ache que é a ‘última bolachinha do pacote’ e pense que não precisa melhorar em nada e, portanto, tudo o que te dizem não passa de uma crítica infundada, injusta, exagerada, quase uma calúnia sobre você. Percebe? Procure ouvir mais e se tiver um bom radar, verá que muito do que falam que você pode melhorar, caso seja melhorado, lhe tornará ainda mais especial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. José Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-5211654177718045697?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/5211654177718045697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/e-pessoal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5211654177718045697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5211654177718045697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/e-pessoal.html' title='É pessoal?'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-9087283269835184842</id><published>2012-01-12T16:14:00.001-08:00</published><updated>2012-01-12T16:14:21.651-08:00</updated><title type='text'>O Poder do Sorriso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llConversando há algum tempo com um grande amigo e competente profissional na área da Odontologia, Dr. Roberto Toledo a respeito de minha profissão de origem, foi mencionado por ele um provérbio escocês que diz o seguinte: “O sorriso custa muito menos do que energia elétrica e é capaz de gerar muito mais luz”. Sinceramente, não dei muita atenção na hora, mas algum tempo depois, parei para pensar no provérbio e pude perceber o quão verdadeiro ele é.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além do aspecto relacionado à saúde que deveria ser prioridade para todos, pude avaliar a importância que um sorriso verdadeiro traz às nossas vidas. Todos nós já pudemos sentir como é bom e gratificante receber um sorriso genuíno, seja das pessoas do nosso convívio, de algum cliente, de uma criança na rua e até mesmo de alguma pessoa que nos atenda em uma padaria, por exemplo, com um belo sorriso estampado no rosto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O pesquisador da Universidade de São Francisco (EUA) Paul Ekman na década de 70 após vários anos de trabalho, conseguiu “catalogar” os sorrisos em 19 tipos diferentes, sendo que apenas um desses tipos pode ser considerado o sorriso genuíno. Segundo Ekman os outros dezoito tipos de sorrisos servem para nos “socorrer” em situações como quando ficamos constrangidos, para esconder o medo, em situações de timidez ou quando ouvimos algo que não gostamos e ainda assim temos de manter as normas da boa educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O sorriso verdadeiro, aquele que realmente tem o poder de iluminar o nosso dia tem algumas características especiais. Este sorriso genuíno recebeu o nome de sorriso de Duchenne em homenagem ao nome do fisiologista francês que em 1862 realizou estudos detalhados dos músculos envolvidos no ato de sorrir.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Num sorriso considerado genuíno, os cantos da boca se erguem, as pálpebras se apertam, aparecem algumas rugas em torno do canto do olho e as partes superiores das “maçãs” do rosto se elevam ligeiramente. Talvez com estas informações consigamos perceber quais atores e atrizes são realmente bons para interpretar um sorriso de alegria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De alguns anos para cá, os estudos de neurologia e fisiologia conseguiram reverter um conceito importante a respeito do sorriso. Pesquisadores acreditavam que o sorriso era uma atitude que resultava de um aprendizado, ou seja, aprendíamos a sorrir verdadeiramente por termos visto sorrisos deste tipo. Esta teoria foi descartada com um simples questionamento: Como então as pessoas deficientes visuais de nascimento conseguiam sorrir, se obviamente nunca haviam visto um sorriso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta linha de raciocínio levou a descoberta de que quando sorrimos expressando alegria, nosso organismo passa a produzir hormônios, neurotransmissores que proporcionam bem estar e até mesmo maior quantidade de células de defesa. Você duvida que quem sorri mais adoece menos?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pois então faça o teste. Sorria o máximo que puder, da maneira mais alegre e verdadeira que conseguir e passe a viver melhor e levar felicidade às pessoas ao seu redor.Envio um grande e sincero sorriso a cada um de vocês!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-9087283269835184842?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/9087283269835184842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/o-poder-do-sorriso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/9087283269835184842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/9087283269835184842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/o-poder-do-sorriso.html' title='O Poder do Sorriso'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2309310807327399078</id><published>2012-01-05T12:43:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T12:43:32.014-08:00</updated><title type='text'>Bem vindo 2012</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Costumo iniciar o ano saudando o ciclo que se inicia. Porém, antes de escrever o artigo fui reler o que havia escrito para o início do ano de 2011. Confesso que fiquei arrepiado... Como acredito que nem todos tenham lido no ano passado e os que leram talvez tenham esquecido e principalmente pelo fato de ter dado ‘tão certo’ em 2011 (quem esteve comigo vai entender) , transcrevo com as adaptações necessárias para este 2012. Algo que é pessoal, mas que talvez represente alguns dos anseios comuns a tantos de nós, pessoas humanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confesso que serve também de guia pessoal, visando à estrita observância de alguns itens que obviamente não servem como receita infalível para uma vida perfeita, mas são preceitos razoáveis para um cotidiano mais aprazível. Então, que seja bem vindo este 2012, que outrora pareceu tão distante, mas agora já é e deve ser usado como...presente. Que traga consigo as lições que devo aprender, para quem sabe com muita dedicação melhorar um pouco, frente ao muito que é necessário, a pessoa que sou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;E que para isto, como sempre ouço de um grande mestre e amigo, eu tenha dentro do meu coração as cordas afinadas no mesmo diapasão que toca o “Grande Violão”. E que eu consiga diferenciar os ritmos; aliás, que eu esteja sempre no ritmo, no ritmo certo, seguindo o fluxo das coisas, nem tão veloz como normalmente exige a ardil ansiedade, nem tão lento como manda a sagaz displicência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que meus sonhos continuem vivos. E se estes sonhos estiverem em desacordo com minha missão, que eu passe a ter novos sonhos, que atendam o meu real propósito em estar vivo. Falando em sonhos, que eu perceba sempre, dormindo ou acordado, que meus sonhos são a mais pura ligação entre minha alma e meu destino. E sabendo disso que eu não seja precipitado e nem leviano com estes sonhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que eu saiba desfrutar dos bons momentos com alegria e discernimento e consiga assimilar os golpes que virão com dignidade e o mesmo discernimento. Além disso, que eu tenha percepção suficiente para perceber quando os golpes de outras pessoas são desferidos contra mim, por algo que tenha feito (ou deixado de fazer) e quando sirvo apenas como recipiente para as confusões, desacertos e inseguranças delas. Lembrando, claro, de rogar ao Pai Celestial que mantenha em meu caminho os reais companheiros de jornada, mas que também continue a abençoar e guardar, sem nenhum ressentimento, os que optaram por outras trilhas. Ah! Importante! Que minha sensibilidade seja suficiente para diferenciá-los quando cruzarem meu caminho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que os ventos e tempestades de mudança sejam de intensidade suportável e me mantenham com os pés no chão, disposto a colocar mais uma pedra, depois de polida, em minha edificação pessoal, que deve obedecer a um complexo paradoxo entre a consistência firme de caráter unida à flexibilidade em saber como e quando devo mudar. Tudo isto, sem sucumbir aos sorrateiros venenos da vaidade, deslealdade e outros tão traiçoeiros quanto. E que o ímpeto, como uma chama que brilha intensa e continuamente continue a guiar meus passos, sempre em equilíbrio neste ciclo chamado vida. Que assim seja. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2309310807327399078?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2309310807327399078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/bem-vindo-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2309310807327399078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2309310807327399078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2012/01/bem-vindo-2012.html' title='Bem vindo 2012'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-6623280922007113284</id><published>2011-12-21T13:40:00.001-08:00</published><updated>2011-12-21T13:40:23.970-08:00</updated><title type='text'>Perdas e ganhos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llO título da coluna de hoje é o mesmo título de um livro que li faz muito tempo, de autoria de Lya Luft e que tem como mote central o processo de envelhecimento da mulher e suas peculiaridades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Neste caso, no entanto, optei pelo título, pois este ‘processo’ de perdas e ganhos permeia a vida de cada um de nós e certamente encarar esta questão com naturalidade e serenidade acaba nos ajudando a sofrer menos e sentirmo-nos mais felizes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vou além. Esta equação perdas/ganhos ocupa um papel de destaque em nossa existência, pois é uma equação que transcende leis matemáticas. Não são diretamente proporcionais. Às vezes perdemos muito e ganhamos pouco. Em outras acontece o contrário. &amp;nbsp;Em grande parte das situações da nossa vida, para ganharmos algo, temos de ‘perder’ outro algo. Desde as situações mais simples, até nos principais dilemas da vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas afinal, trata-se de algo simples? A resposta é um sonoro e categórico NÃO. Não é simples porque não gostamos, não somos acostumados a lidar com perdas. Se pudesse optar, o ser humano só ganharia. Também, pelo fato de que quando temos de escolher alguma coisa em detrimento de outra, temos de DECIDIR. E algumas pessoas são extremamente indecisas. E por último, e na minha modesta opinião mais difícil, está naquelas situações onde este processo de perdas e ganhos, ao menos um dos componentes é intangível, abstrato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isto acontece, por exemplo, quando estamos ‘trocando’ alguma coisa material por um sonho, um desejo, uma convicção, um sentimento. Está ficando complicado? Calma lá. Uma coisa é ‘perder’ uma reserva financeira para ‘ganhar’ uma casa ou um carro novo. A pessoa disporia de um valor em dinheiro para ter em troca outra coisa. Ambas concretas e tangíveis. Mesmo assim, algumas pessoas hesitam. Sentem-se inseguras em ficar ‘desguarnecidas’ financeiramente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entretanto, o pior reside quando trocamos algo ‘palpável’, que está em nossas mãos, por algo que parece ser subjetivo. Por exemplo, quando temos a opção de trocar uma carreira, um salário, que bem ou mal cai na conta no final do mês por um sonho, uma nova oportunidade que traz consigo um número igual de perspectivas e incertezas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já passei por algumas situações destas na vida, ultimamente inclusive. E cada vez mais uma coisa fica clara. A dificuldade em mensurarmos esta questão de perdas e ganhos acontece apenas quando não conseguimos dimensionar as nossas próprias capacidades e somos tomados pelos sentimentos de insegurança e incerteza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Temos de fazer escolhas, isto é inevitável. Porém, nem sempre elas são tão claras para nós. Em qualquer uma delas, ganharemos algo e perderemos algo. Também é inevitável, faz parte do nosso processo de aprendizado e humanização. Como agir então? Pois é também estou aprendendo. E uma das poucas coisas que descobri é que não há perda no mundo capaz de suprir os ganhos que acompanham a sensação de obtermos nossos sonhos e nossa paz de espírito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-6623280922007113284?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/6623280922007113284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/perdas-e-ganhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6623280922007113284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6623280922007113284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/perdas-e-ganhos.html' title='Perdas e ganhos'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-9107216464530765489</id><published>2011-12-16T03:04:00.001-08:00</published><updated>2011-12-16T03:04:47.829-08:00</updated><title type='text'>A sogra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Diz uma lenda oriental que há muito tempo, na China, uma moça casou-se e foi viver com o marido e a sogra. Em pouco tempo, a moça percebeu que dificilmente se daria bem com sua sogra. Os temperamentos delas eram muito diferentes e a moça a cada dia ficava mais furiosa com os hábitos de sua sogra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, o pior de tudo era que, de acordo com antiga tradição chinesa, a nora tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo o que ela desejasse. Este comportamento estava causando ao pobre marido um grande estresse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Finalmente, não agüentando mais, a moça decidiu tomar uma atitude. Foi ver o Sr. Huang, bom amigo de seu pai, que vendia ervas. Ela lhe falou sobre a situação e pediu que lhe desse algum veneno para resolver o problema de uma vez por todas. O Sr. Huang pensou por algum tempo e finalmente disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-Eu ajudarei você a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e obedecer a todas as instruções que eu lhe der. O homem entrou no quarto dos fundos e voltou após alguns minutos com um pacote de ervas. Ele explicou:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Você não pode usar tudo de uma só vez para se libertar de sua sogra, porque isso causaria suspeitas. Eu lhe dou várias ervas que vão lentamente envenenar sua sogra. A cada dois dias prepare alguma carne, de porco ou galinha, e ponha um pouco destas ervas no prato dela. Mas, para ter certeza de que ninguém irá suspeitar de você quando ela morrer, deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável com ela. Não discuta com ela, obedeça-a em tudo e trate-a como se fosse uma rainha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A moça ficou muito contente. Agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra. O tempo foi passando, e, cada dois dias, a nora servia a comida, especialmente preparada, à sua sogra. Ela se lembrava do que o Sr. Huang tinha dito sobre evitar suspeitas. Assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu à sogra, e a tratou como se fosse sua própria mãe. Depois de seis meses, a casa inteira tinha mudado. A moça tinha equilibrado tanto o seu temperamento que quase nunca se aborrecia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nestes seis meses, não tinha tido uma discussão com a sogra, que parecia agora muito mais amável e mais fácil de lidar. As atitudes da sogra também mudaram, e ela começou a dizer aos amigos e parentes que a moça era a melhor nora que alguém poderia achar. Elas estavam tratando uma à outra como verdadeiras mãe e filha.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um dia, a moça foi ver o Sr. Huang e pediu-lhe ajuda novamente. Ela disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Querido Sr. Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou em uma mulher agradável e eu a amo como minha própria mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não há nada com que se preocupar. Eu nunca lhe dei qualquer veneno. As ervas que eu dei a você eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O único veneno estava em sua mente e em sua atitude para com ela, mas isso tudo foi jogado fora pelo amor que você deu a ela e pela mudança de perspectiva que isto gerou em ambas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-9107216464530765489?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/9107216464530765489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/sogra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/9107216464530765489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/9107216464530765489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/sogra.html' title='A sogra'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-6363496630485323061</id><published>2011-12-08T18:40:00.001-08:00</published><updated>2011-12-08T18:40:31.438-08:00</updated><title type='text'>Wabi Sabi</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llWabi Sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas. O termo é quase que intraduzível para o português.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De maneira mais concreta, wabi sabi é um jeito de “ver” as coisas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Diz-se que este conceito surgiu por volta do século XV, quando um jovem chamado Sen no Rikyu queria aprender os complicados rituais da Cerimônia do Chá e foi procurar o grande mestre Takeno Joo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para testar o rapaz, o mestre mandou que ele varresse o jardim. Rikyu lançou-se ao trabalho feliz. Limpou o jardim e ao terminar, examinou cuidadosamente o que tinha feito: o jardim perfeito, impecável, cada centímetro varrido, cada pedra no lugar, todas as plantas ajeitadas e na mais perfeita ordem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, antes de apresentar o resultado ao mestre, Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro. Rikyu virou um grande Mestre do Chá e desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi sabi: &amp;nbsp;a arte da imperfeição. É a mesma premissa adotada em relação aos tapetes persas que sempre tem um pequeno defeito, apenas para lembrar a quem olha, de que só Deus é perfeito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta expressão, wabi sabi, teria muita utilidade se utilizada em nosso dia a dia. Em um contexto de exigência, cobranças e críticas que temos em relação a nós mesmos e aos outros seria um alento se conseguíssemos desenvolver tal maneira de ver as coisas. Esta busca demasiada e sem critérios pela perfeição advém de uma necessidade de adequação a padrões impostos pela sociedade ou por nós mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O desejo de acertar sempre, a necessidade de estar no controle aumenta a ansiedade e nos impede de evoluir. Há sim beleza e virtude nas coisas imperfeitas, desde que vistas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quantas pessoas passam uma boa parte do tempo sofrendo porque não se sentem adequadas a determinado contexto? Quantos se torturam por não estar enquadrados em certo padrão de beleza? Quantos sofrem preconceitos porque não são exatamente aquilo que é considerado certo ser?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os reflexos disto podem ser sentidos também nas relações humanas, onde expectativas quase irreais são depositadas nos ombros das pessoas e estas sentem-se obrigadas a cumpri-las e os resultados são quase sempre conflitos, sofrimento, frustração, ansiedade e estresse.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os mestres orientais, com a cultura inspirada nos ensinamentos do taoísmo e do zen budismo perceberam que a ação humana sobre o mundo deve ser tão delicada que não impeça a verdadeira natureza das coisas de se revelar. E a natureza é que tudo percorra seu ciclo de nascimento, desenvolvimento e morte, já que todas as coisas são impermanentes, imperfeitas e incompletas. E se não fosse assim, se não fôssemos imperfeitos e tivéssemos a chance de evoluir e melhorar que sentido teria a vida, que é feita de tantas coisas não convencionais?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-6363496630485323061?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/6363496630485323061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/wabi-sabi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6363496630485323061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6363496630485323061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/wabi-sabi.html' title='Wabi Sabi'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2554822844037314405</id><published>2011-12-02T03:51:00.001-08:00</published><updated>2011-12-02T03:51:31.804-08:00</updated><title type='text'>Mudar ou inovar?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llDentre os paradigmas mais arraigados da humanidade está o de que o ser humano é resistente a mudanças. Concordo. Em partes. Evolutivamente, quando pensamos em nossos ancestrais e mais recentemente nas gerações passadas, chegamos à conclusão que diversas mudanças foram necessárias para que nos encontrássemos onde estamos hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E uma coisa é inegável. A mudança traz desconforto ao passo que obrigatoriamente nos tira da zona de conforto. Faz com que abandonemos determinada situação para nos inserir em outra. Casos típicos? Mudança de emprego, mudança de casa, mudança de namorado ou namorada, enfim uma infinidade de situações que fazem com que alteremos, às vezes radicalmente, o status quo. Além disso, mudanças normalmente estão atreladas a rupturas, por vezes dolorosas, acontecem quando ‘jogamos fora’ o antigo ou abandonamos algo e principalmente quando temos de partir para algo a que não estamos... acostumados!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso mesmo! Talvez o grande dilema da mudança seja tentarmos algo que simplesmente é diferente daquilo que estamos habituados. Perceba, por mais que existam perspectivas promissoras no que é novo, muitas vezes preferimos mantermo-nos atrelados a algo que já conhecemos, por mais que isto já não nos seja mais suficiente. Há outra questão. Não necessariamente uma mudança é uma mudança para melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Então surge a grande pergunta: Se é difícil mudar e não necessariamente a situação atual é satisfatória, como devemos agir?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A boa notícia é que existe um ponto que talvez seja intermediário entre a mudança completa, que pode nos fazer tomar medidas mais radicais e a por vezes desinteressante opção de ficarmos exatamente como estamos. Este ponto, esta alternativa se chama INOVAR.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas existe diferença entre mudar e inovar? Muitas, pode ter certeza. Enquanto mudar significa romper, inovar significa muitas vezes obter uma perspectiva diferente daquilo que já existe. O inovar normalmente está ligado a uma releitura da situação, a potencializar recursos existentes e utilizá-los de modo diferente. Utilizando uma analogia mais simples, mudar seria trocar de casa ou de apartamento, enquanto inovar seria reformar a casa atual dando uma nova cara, uma nova roupagem, uma nova maneira de aproveitar aquilo que já existe. Inovar está ligado à chance de REconstruir um caminho, agregar algo novo àquilo que estamos habituados a fazer.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Algumas pessoas vivem tentando achar uma rota correta na vida, mudando seus caminhos, mas o problema não está no caminho e sim no viajante, já que muitas vezes as grandes vitórias acontecem não quando mudamos, mas quando conseguimos ver a mesma situação por um prisma diferente. Isto é INOVAR.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2554822844037314405?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2554822844037314405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/mudar-ou-inovar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2554822844037314405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2554822844037314405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/12/mudar-ou-inovar.html' title='Mudar ou inovar?'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-1519576204047015314</id><published>2011-11-24T16:54:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T16:54:17.378-08:00</updated><title type='text'>O Buda de Ouro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llDiz a lenda que existe um simples templo budista que deixa uma magnífica impressão em corações e mentes de quem o visita. Chama-se o "Templo do Buda de Ouro". O templo em si é muito pequeno, provavelmente não mais de que 10 x 10 metros. Mas, ao entrarmos, ficamos atordoados com a presença de um Buda de ouro maciço de 3,5 metros de altura. Ele pesa mais de duas toneladas e está avaliado em aproximadamente 196 milhões de dólares!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dizem que é uma visão extremamente impressionante - o Buda de ouro maciço, gentil e bondoso, embora imponente, sorrindo para todos. Ao lado da peça há uma vitrine que contém um grande pedaço de barro com cerca de oito polegadas de espessura por doze polegadas de largura, com uma página descrevendo a história desta magnífica peça de arte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos idos de 1957, um grupo de monges precisava transferir um Buda de barro de seu templo para um novo local. O monastério teria que ser transferido para ceder espaço à construção de uma auto-estrada que atravessaria Bangkok na Tailândia. Quando o guindaste começou a sustentar o ídolo gigantesco, seu peso era tamanho que ele começou a rachar. E, como se isso não bastasse, começou a chover. O monge superior, que estava preocupado com os danos que pudessem ocorrer ao Buda sagrado, resolveu devolver a estátua ao chão e cobrí-la com um grande encerado de lona para protegê-la da chuva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais tarde, naquela noite, o monge foi verificar como estava o Buda. Acendeu sua lanterna sob o encerado para ver se o Buda continuava seco. Conforme a luz incidiu sobre a rachadura, o monge notou um pequeno brilho e achou estranho. Ao olhar mais de perto o reflexo da luz, perguntou-se se poderia haver algo sob o barro. Foi buscar um cinzel e um martelo no monastério e começou a retirar o barro. À medida que derrubava fragmentos de barro, o pequeno brilho se tornava maior e mais forte. Muitas horas de trabalho se passaram até que o monge se deparou com o extraordinário Buda de ouro maciço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os historiadores acreditam que algumas centenas de anos antes da descoberta do monge, o exército dos birmaneses estava prestes a invadir a Tailândia (chamada então de Sião). Os monges siameses, percebendo que seu país seria logo atacado, cobriram seu precioso Buda de ouro com uma camada externa de barro, a fim de evitar que seu tesouro fosse roubado pelos birmaneses. Infelizmente, parece que os birmaneses massacraram todos os monges siameses, e o bem guardado segredo do Buda de ouro permaneceu intacto até aquele fatídico dia em 1957.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez todos nós sejamos como o Buda de barro, recobertos por uma concha de resistência criada pelo medo, por nossas crenças e comportamentos limitantes e ainda assim, dentro de cada um de nós, há um ‘Buda de ouro’, um ‘Cristo de ouro’ ou uma ‘essência de ouro’, que é o nosso Eu verdadeiro. Em algum lugar ao longo do caminho, começamos a encobrir nossa 'essência de ouro', nosso eu natural. E, assim como o monge, com o martelo e o cinzel, nossa tarefa agora é redescobrir mais uma vez a nossa verdadeira essência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. Jose´Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-1519576204047015314?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/1519576204047015314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/o-buda-de-ouro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1519576204047015314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1519576204047015314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/o-buda-de-ouro.html' title='O Buda de Ouro'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-3742907022270077766</id><published>2011-11-17T14:56:00.001-08:00</published><updated>2011-11-17T14:56:35.607-08:00</updated><title type='text'>Ordem e Caos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por mais que pareça lugar comum é inegável que o ser humano é uma criatura instável. Aliás, os que aparentam ser estáveis demais é que mais me preocupam. Alguns poucos são realmente equilibrados, enquanto os demais são apenas personagens forjados que só mostram quem realmente são atrás das cortinas, nos bastidores, quando a luz se apaga e o público se vai. Mas isto são outros quinhentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ponto importante aqui é a tal instabilidade. Estas oscilações malucas que todos vivemos e que por mais que reclamemos serve para nos deixar alertas é essencial. Tudo bem que em grande parte das vezes as tempestades acabam durando mais tempo do que gostaríamos, mas aí também residem duas questões importantes. Primeira: Nenhuma delas é forte demais para nos derrubar totalmente. Às vezes nos tiram um pouco a posição de conforto em que estávamos, mas geralmente não são capazes de nos tirar do jogo da vida. Segunda coisa: Quem disse que o que queremos que aconteça, da forma que queremos é o melhor para se acontecer?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já reparou nisso? Quantas vezes as coisas saem diferente do que imaginávamos e depois de um tempo... Pumba! O que nós sempre almejamos acontece. Isto é representado pela velha máxima popular: ‘Deus escreve certo por linhas tortas’. Será?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pessoalmente acho o contrário. Nós é que vivemos querendo que linhas tortas encurtem nosso caminho, sirvam como atalho para que cheguemos aos nossos objetivos e Ele acaba fazendo com que as coisas aconteçam do jeito certo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda questão importante pode ser resumida por um adágio da sabedoria antiga que diz o seguinte: Ordo Ab Chao, em uma tradução livre e apropriada: ‘A ordem vem do caos’. Normalmente a impressão das pessoas em relação à palavra ‘caos’ é a pior possível, mas caos nada mais significa do que: desordem, confusão. E talvez você esteja pensando: ‘Mas José Carlos, confusão e desordem são coisas boas?’&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depende. Isso mesmo, depende. Depende da situação, da fase, do ponto de vista. Mas é só por meio das desordens que acontecem em nossas vidas é que conseguimos reorganizá-la de modo adequado. Por mais demorado e doloroso que seja. Pode lembrar-se de momentos conturbados que teve em sua vida e perceberá que logo após tais momentos sua vida tomou um rumo diferente, que lhe trouxe possibilidades novas. Pode ter sido a troca de trabalho, um término de relacionamento ou até uma perda importante. Esta desordem é que move o mundo. A natureza está em constante movimento, mas é algo imperceptível para nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O fato é que muitas vezes temos a impressão de que conosco as coisas são um pouco diferentes e as turbulências demoram a passar. Muito provavelmente é porque ainda nos encontramos na fase do caos. E ela parece demorada e difícil de ser superada. Como disse anteriormente, as coisas não acontecem exatamente quando e como queremos que aconteçam. Elas seguem um propósito maior e tem seu tempo certo de maturação. E acredite, isso pode ser muito bom.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-3742907022270077766?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/3742907022270077766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/ordem-e-caos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/3742907022270077766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/3742907022270077766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/ordem-e-caos.html' title='Ordem e Caos'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-5452535744622480295</id><published>2011-11-10T21:32:00.001-08:00</published><updated>2011-11-10T21:32:32.505-08:00</updated><title type='text'>11/11/11</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llHoje. Ao ler esta coluna você estará vivenciando um dia que se repetirá apenas daqui 100 anos. Muito já se disse sobre esta data. Há até um filme que deve estrear que fala sobre isto. Diversas correntes religiosas e espiritualistas aguardam ansiosamente a chegada desta sexta feira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Particularmente acho interessante e marcante este dia, já que a empresa que atuo se chama ‘Elleven’ (adaptação da tradução do número 11 em inglês, eleven). Aproveitaremos para fazer uma confraternização entre nossos parceiros, clientes e equipe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Muito do que tem sido dito sobre a data, bem como sobre o ‘tal’ fim do mundo que aconteceria em 2012, diz respeito a linhas de estudos religiosos, metafísicos e de culturas antigas como a dos maias, origem desta tal profecia que dá como a data final de nosso planeta dezembro do ano que vem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aprendi a escutar e respeitar todos estes conceitos, mas confesso que infelizmente há uma abordagem sensacionalista e equivocada de tais assuntos. Lembro-me de algumas ‘teorias apocalípticas’ já anunciadas aos quatro ventos que jamais se concretizaram. Em contra partida também não acho correto quem, por causa de preconceitos, se nega a perceber algumas coisas que estão acontecendo a sua volta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Creio que não devemos simplesmente ignorar estes acontecimentos. Muito do que tenho lido a respeito do 11/11/11 faz alusão a uma mudança ‘cósmica’ que se intensificará a partir de hoje. Bobagem? Talvez sim. Ou não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E se realmente isto estiver a ponto de acontecer? Não uma mudança visível, repleta de explosões no céu, vulcões entrando em erupção, terremotos e tsunamis, mas sim uma mudança mais sutil, silenciosa, interior, essencial?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É inegável que estamos vivendo uma fase de transição. Só não percebe quem não está atento. Pode reparar. Isto se manifesta nos comportamentos e na saúde das pessoas, nos relacionamentos, em nossa vida e na natureza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há uma forte e poderosa mudança em trânsito, da qual não temos controle absoluto, mas temos sim influência. Será que esta mudança não seria benéfica? Será que nossa humanidade não está necessitando disto? E já que temos influência neste contexto, como poderíamos agir para melhorá-lo? E se ao invés de sermos espectadores destas mudanças ligadas a uma data específica ou a algum fenômeno fôssemos os criadores ou no mínimo participantes ativos desta nova fase que tanto se comenta por aí?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como fazer isto? Imagine se cada ser humano se propusesse a fazer premeditadamente uma ação bacana por dia ou a trocar um comportamento. Coisas simples, do tipo: dar um bom dia ao funcionário da loja que frequenta ou ceder o lugar do ônibus a alguém? Você já faz isso? Que ótimo! Imagina se todos fizessem, será que a convivência entre as pessoas não seria mais cordial e respeitosa?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pode ser utopia de minha parte que todos façam isso. Mas certamente se alguns mais o fizessem as coisas já melhorariam. Temos esta opção. Ou podemos esperar outra data simbolicamente significativa para ficarmos esperando que uma mudança ‘caia do céu’ e transforme as pessoas. Você se comprometeria a fazer uma ação por dia para gerar esta melhoria? E se fizesse 11?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-5452535744622480295?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/5452535744622480295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/111111.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5452535744622480295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5452535744622480295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/111111.html' title='11/11/11'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-4447869818785290921</id><published>2011-11-03T14:48:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T14:48:40.414-07:00</updated><title type='text'>Distimia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A situação se repete dia após dia e pode acontecer em seu trabalho ou na relação com alguém da família. A pessoa chega com a cara amarrada, de poucos amigos e manifesta o quanto está contrariada por alguma coisa. São conhecidos no ambiente como os mal humorados, ranzinzas, rabugentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez você mesmo tenha alguns dias com o humor bem instável. A rotina estressante a que grande parte de nós está submetido podem gerar desconforto e abalar o humor, mas o fato é que há pessoas que constantemente apresentam este comportamento. Para estas pessoas o mau humor recorrente pode significar mais do que um comportamento passageiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há um distúrbio conhecido como distimia, um mau humor crônico que influencia não só a vida do paciente como também das pessoas que convivem com ele. A grande dificuldade está em diferenciar episódios ocasionais de mau humor com a doença propriamente dita.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma característica comum do paciente com distimia é a irritação e preocupação excessiva até quando a situação é positiva. Em alguns casos mais graves, o paciente encontra problemas até mesmo em situações benéficas como ganhar um prêmio na loteria. Fica irritado porque, por exemplo, daqui por diante acredita que sua família não estará mais em segurança. Em suma, quando as alterações de humor passam a ser comuns e a pessoa fica irritada quando está calor e repete o mesmo padrão comportamental quando está frio, talvez algo esteja errado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Algo também relevante é que o distímico (como é chamado o paciente que tem distimia) além do já comentado mau humor apresenta também tristeza, pessimismo, sensação de constante insatisfação, falta de motivação e auto estima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Geralmente a distimia começa a aparecer na adolescência ou no adulto jovem e pode perdurar por toda a vida se não for tratada corretamente. Os sintomas que mais chamam a atenção, no seu início, são a irritação com qualquer coisa, o costume de ver problemas em tudo e o isolamento social. Estatísticas da Organização Mundial de Saúde apontam que até 180 milhões de pessoas no mundo são portadoras da doença e as mulheres são afetadas duas vezes mais do que os homens. Neste caso a questão hormonal faz diferença sim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Caso a doença não seja corretamente tratada, e um tratamento pode levar até dois anos, o paciente tem 70% de chance de desenvolver a depressão. As principais diferenças entre a distimia e a depressão são a relação social do paciente e alguns sintomas físicos que aparecem normalmente na depressão, mas não ocorrem na distimia, como alteração de apetite, sono e energia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outra diferença importante é que na maioria dos casos a pessoa depressiva busca se isolar de qualquer atividade, enquanto o distímico continua realizando suas funções normais, mas sem sentir prazer e satisfação ao realizá-las. &amp;nbsp;A grande dificuldade é perceber que há algo errado e que os episódios de mau humor não são apenas características do indivíduo. Apenas um diagnóstico clínico criterioso realizado por um psiquiatra ou psicólogo pode apontar a ocorrência da doença e seu método correto de tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-4447869818785290921?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/4447869818785290921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/distimia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4447869818785290921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4447869818785290921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/11/distimia.html' title='Distimia'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-1730700240655669298</id><published>2011-10-27T18:45:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T18:45:23.498-07:00</updated><title type='text'>EQUAÇÕES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llA vida não é uma ciência exata. &amp;nbsp;Para alguns, nenhuma novidade nesta afirmação, enquanto para outros o que acabo de escrever é um tremendo absurdo. Não adianta: por mais que planejemos, e acredito que planejamento é uma ferramenta realmente eficaz, há variáveis que não estão no nosso controle. Podemos agir, tentar impor nossa Vontade, mas há coisas que definitivamente fogem à nossa alçada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O motivo de tal reflexão? Porque hoje, por motivos que não vem ao caso, em uma bela noite de quinta feira, encontro-me assistindo uma aula de álgebra linear. O que é álgebra linear? Confesso que não faço idéia. Desde pequeno penso que eu e a matemática não nascemos um para o outro. Deparo-me com funções, senos, cossenos e fórmulas matemáticas completamente malucas. Nada poderia parecer mais obscuro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, se antigamente isso me causava arrepios, hoje me traz serenidade. Entendo claramente que minha inabilidade com tais assuntos, certamente foi um dos motivos que me fizeram cursar Odontologia e posteriormente enveredar para o caminho de treinamento e desenvolvimento humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vale ressaltar. Nada contra as ciências exatas. Segundo Howard Gardner, estudioso do comportamento humano e ‘pai’ da Teoria das Inteligências Múltiplas, cada um de nós possui alguns ‘tipos’ de inteligência mais desenvolvida, dentre as quais a inteligência matemática é uma delas. Admiro quem desenvolveu esta vertente de inteligência, mas sinceramente não é o meu caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não sou um homem de exatas. Não sou guiado por números e valores matemáticos. Sou guiado por sentimentos e pessoas. E o que me fez trilhar o caminho que trilho hoje é que acredito que o ser humano, seja biologicamente ou em sua psique não é uma criatura linear, exata. Não se pode colocar o ser humano dentro de uma equação ou de qualquer outra operação matemática.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Olhando para o quadro e vendo esta infinidade de números que não me dizem nada, entendo porque estou aqui. Para ter certeza que sou um homem que não vivo DE e POR números. Para sedimentar minha linha de conduta que prima por tratar pessoas como pessoas humanas e não como números, estatísticas. Não sou um homem de exatas. Sou um homem de biológicas e humanas. Não sou cálculo. Sou cura e relacionamentos, tudo que há de mais inexato e subjetivo em relação ao ser humano em seus aspectos orgânicos, afetivos e sociais. Não há operação matemática capaz de explicar sentimentos como altruísmo e amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há teorias que dizem que o Universo funciona segundo leis matemáticas e mesmo fenômenos naturais se enquadrariam em tais leis. Sinceramente não duvido disto. Apenas acredito que algumas destas equações da vida, habilmente criadas por um Grande Arquiteto, jamais serão solucionadas por nós. E que não precisamos sofrer por causa disso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-1730700240655669298?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/1730700240655669298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/equacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1730700240655669298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1730700240655669298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/equacoes.html' title='EQUAÇÕES'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8282122056301527883</id><published>2011-10-20T16:53:00.001-07:00</published><updated>2011-10-20T16:53:40.310-07:00</updated><title type='text'>Os ciclos se repetem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llHá uma bela reflexão sobre um homem que perguntou a um sábio sobre oráculos, se eles realmente funcionavam. O sábio homem afirmou ao aprendiz que sim, funcionavam. E muito. Exceto para aquelas pessoas que conseguiam atingir a 'iluminação'. Disse que os 'iluminados' eram tão vazios de seu passado e tão plenos em seu presente, que seria impossível prever o futuro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O jovem aprendiz então perguntou: "Mas o que isto tem a ver com as previsões do futuro? Por que é impossível sentir as decisões futuras destas pessoas?" E mais uma vez aquele velho homem, sorrindo, explicou que os oráculos não leem o futuro dos homens. Leem seu passado. E o ser humano nada mais é do que uma constante, e às vezes triste, repetição de si mesmo. Os ciclos se repetem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É fato. Os ciclos se repetem. Nossa vida é feita de ciclos. Já aconteceu com você, comigo, com pessoas próximas a nós. Ainda que não tenhamos nos dado conta disso. Repetimos padrões nos mais diversos segmentos de nossa vida. Se formos avaliar a fundo, nossos relacionamentos profissionais, afetivos, familiares, todos eles seguem certo padrão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reavalie, por exemplo, situações profissionais suas: Talvez em épocas diferentes, empresas diferentes, atividades diferentes, certamente havia semelhanças entre elas. Ou um chefe autoritário, opressor, talvez alguém querendo 'puxar seu tapete' ou ainda alguém que você confiava e que lhe 'passou a perna'.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É muito provável que você perceba identificações entre as situações. E se examinar mais a fundo, perceberá que padrões semelhantes se aplicam a outras situações de sua vida. Não concorda? Avalie mais a fundo. Identifique as repetições que existem e existiram em sua vida e se surpreenderá com a quantidade de vezes que isto acontece. Todos nós estamos sujeitos a erros. O problema é que quase sempre erramos nas mesmas coisas, repetimos os mesmos padrões de comportamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A má notícia? Pessoas passam a vida repetindo ciclos. Passam toda uma existência sem se dar conta que estão incorrendo nos mesmos erros. E reclamam, se culpam, colocam a culpa nos outros, dão justificativas, desculpas, mas insistem em não dar a devida atenção ao que muitas vezes está explícito, claro, pulsante a sua frente. Que estão repetindo ciclos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A boa notícia? A partir do momento que percebemos isto, podemos romper estes ciclos, quebrá-los. E ao fazer isto, rompemos inclusive com um padrão energético que circunda isto. Estamos alterando, modificando o 'caminho', o que automaticamente torna diferente o 'final'.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Somos uma constante repetição. E se não percebermos isto estaremos fadados a cair sempre nas mesmas armadilhas, geradas pela nossa falta de percepção. Chico Xavier dizia que em nossa vida é impossível fazer um novo começo, mas temos toda a possibilidade (e a responsabilidade) de fazer um novo fim. Para isto é fundamental que percebamos estes ciclos repetidos. E tenhamos a atitude necessária para alterá-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. Jose´Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8282122056301527883?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8282122056301527883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/os-ciclos-se-repetem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8282122056301527883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8282122056301527883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/os-ciclos-se-repetem.html' title='Os ciclos se repetem'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-6027249588417326808</id><published>2011-10-13T18:37:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T18:37:23.356-07:00</updated><title type='text'>Discursos e Soluções</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llAlguns acontecimentos das últimas semanas somados a uma observação silenciosa e apurada que tenho feito de pessoas com as quais mantenho contato esporadicamente me fizeram definir o texto desta semana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As coisas estão tão esquisitas que vale a pena parar para refletir. Particularmente, ‘viajando’ um pouco, creio que o momento atual seja crucial para o que viveremos nos próximos anos. Não apenas porque obviamente nosso futuro depende do hoje, mas exatamente porque penso que passamos por um momento de transição. Talvez uma das maiores transições que a humanidade já passou. Exagero? Teoria conspiratória? Prenúncio do apocalipse? Proximidade do ‘temido’ 2012? Nada disso. Basta perceber as pessoas que convivem com você, com as quais você se relaciona em seu trabalho, família e vida social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;É impressionante o vazio que toma conta de alguns. Sem críticas, ok? Apenas uma constatação. Relacionamentos impessoais, padrões de conduta mecanizados, falta de propósitos e porque não, falta de humanidade mesmo. Pode reparar. Grande parte das pessoas vive um ritmo tão absurdamente frenético que já não sabem mais o que lhes é importante. Duvida? Então pergunte a elas: o que é importante para você?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Certamente verá na fisionomia do seu interlocutor espanto, deboche ou dúvida. Ou receberá a resposta que o importante é comprar um modelo novo de TV com HDMI, um celular novo, ou qualquer coisa que momentaneamente sirva para preencher esta lacuna e para responder tal pergunta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;É um momento de extremos. Enquanto uns se voltam para dentro de si para tentar achar alguma resposta que seja um motivo para seguir adiante, a maioria se distancia de si mesmo, buscando fora, meios para suprir tamanho vazio. Onde? Drogas, bebida, sexo, comida, bens de consumo, fanatismo religioso, relacionamentos sequenciais e desestruturados. Discurso moralista este meu? Talvez se enquadre mais na categoria de realista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As pessoas vão buscar fora o que não encontram em si mesmas. Que seja dita a verdade, na maioria das vezes porque nem mesmo procuram. É mais fácil encontrar alguém ou algo que ilusoriamente supra tais necessidades. O perigo é que neste universo de dúvidas, existem alguns que se aproveitam para trazer as tão aguardadas ‘respostas’ a tantos questionamentos, dizendo exatamente aquilo que queremos (e precisamos) ouvir. Como se existisse alguém capaz de responder a você algo que só você mesmo pode descobrir. Desconfie das soluções mágicas, dos discursos formatados, mas acredite nas possibilidades que possam ser geradas para que VOCÊ descubra seu caminho. E esta descoberta, única e pessoal, talvez seja uma das coisas mais bonitas que podemos viver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. Jose´Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-6027249588417326808?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/6027249588417326808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/discursos-e-solucoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6027249588417326808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6027249588417326808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/discursos-e-solucoes.html' title='Discursos e Soluções'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2647912228608859893</id><published>2011-10-06T21:15:00.001-07:00</published><updated>2011-10-06T21:15:59.589-07:00</updated><title type='text'>Falsas Necessidades</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llAlgumas semanas atrás, escrevi um texto sobre o valor e a importância da amizade. Corro o risco de parecer redundante, mas ainda assim nesta semana transcrevo um texto que fala exatamente sobre o mesmo assunto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Narra uma crônica que um homem andava por uma estrada, acompanhado de seus fiéis animais: um cavalo e um cão. Pelo caminho, um raio os atingiu e os três foram fulminados. O homem não se deu conta que morrera e continuou andando, com seu cavalo e seu cão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Longa era a caminhada, morro acima. O sol estava muito forte e a sede passou a castigá-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Numa curva do caminho, o homem avistou um portão magnífico, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro. Cumprimentando o guardião da entrada, o homem perguntou que lugar era aquele. Descobriu que ali era o Céu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Feliz em saber que estava em um local tão agradável, indagou se poderia saciar a sua sede e a dos seus amigos, nas águas cristalinas da fonte que havia bem no centro da praça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O senhor pode entrar e beber à vontade. - disse o guarda. Mas aqui não se permite a entrada de animais. O caminhante ficou muito desapontado. Grande era a sua sede, mas decidiu que não beberia sozinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Preferiu continuar sua caminhada. Exausto, mais adiante, deparou-se com uma porteira que se abria para uma estrada de terra, ladeada de árvores. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu. Parecia dormir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estamos com muita sede, meu cavalo, meu cachorro e eu - disse o caminhante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Indicando uma fonte, entre algumas pedras, foi-lhe dito que poderia beber à vontade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O caminhante, o cavalo e o cachorro foram até à fonte e mataram a sede. Em seguida, ele retornou para agradecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E resolveu indagar: A propósito, como se chama este lugar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aqui é o Céu - foi a resposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Céu? - exclamou o caminhante, surpreso. Mas já passei pelo Céu. Era um lugar muito bonito com um grande portão de mármore.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aquilo não é o Céu, esclareceu o outro. Aquilo é o Inferno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O caminhante ficou perplexo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, vocês deviam tomar uma providência. Com a informação errada, que lá, naquele lugar, é dada, pode ocasionar muita confusão. Muitas pessoas podem ser enganadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O homem sorriu e calmo, explicou:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na verdade, eles nos fazem um grande favor, porque lá ficam todos aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fácil é a conquista e manutenção de amigos, quando a juventude compõe versos e a riqueza sorri. Contudo, é na forja da adversidade que os verdadeiros amigos se revelam. São esses que permanecem ao nosso lado, mesmo quando o mundo inteiro nos volta as costas. São eles que prosseguem conosco, mesmo com todas as dificuldades que o trajeto possa apresentar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Obrigado a todos os amigos verdadeiros, que demonstraram tanto carinho e a amizade. Jamais esquecerei da importância de vocês em minha Odisséia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2647912228608859893?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2647912228608859893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/falsas-necessidades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2647912228608859893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2647912228608859893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/10/falsas-necessidades.html' title='Falsas Necessidades'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-4989615970911860738</id><published>2011-09-23T05:13:00.001-07:00</published><updated>2011-09-23T05:13:24.048-07:00</updated><title type='text'>A Busca do Herói</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;llPoderes sobrenaturais, vestimentas e capas cheias de recursos, força além da conta, inimigos cruéis e também poderosos e mais uma série de outros atributos que nos parecem tão distantes. Talvez estas sejam as imagens que nos vem à mente quando pensamos no termo ‘Herói’.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Personagens existentes desde os mais remotos tempos, heróis são figuras arquetípicas que reúnem em si os atributos necessários para superar de forma excepcional os problemas que surgem em seu caminho, principalmente àqueles onde os obstáculos e dificuldades parecem intransponíveis.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Independente da época e das correntes de estudo (filosóficas, religiosas, mitológicas ou literárias) o herói é marcado por uma projeção ambígua, ao representar por um lado a condição humana, em suas falibilidades e complexidade psicológica, social e ética e, por outro, transcendendo a mesma condição, na medida que apresenta facetas e virtudes que um homem comum normalmente tem dificuldades em obter, como fé, coragem, força de vontade, determinação e paciência, entre outras.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O herói é normalmente guiado por propósitos nobres e altruístas, como &amp;nbsp;liberdade, fraternidade, sacrifício, coragem, justiça, nobreza, paz e motivações moralmente justas ou eticamente aprováveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Popularizados através dos contos, das histórias em quadrinhos, do cinema e de outras mídias, a cultura de massa absorveu a figura do ’’super-herói’’, indivíduos dotados de atributos extraordinários que os impulsionam a obter resultados inimagináveis para seres considerados comuns.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto a maioria das pessoas se acomoda, amedronta ou sucumbe diante de adversidades e desafios, é exatamente nestes momentos que as capacidades que poderiam estar até então inexploradas dentro do herói, surgem e resultam em esforços e feitos extraordinários. Diversas destas características heróicas pulsam dentro de cada um de nós e ouso dizer que muitas já foram usadas em momentos normalmente críticos de nossa vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Heróis são pessoas como nós, que vivemos uma jornada composta de desafios e obstáculos diários, mas que optamos por fazer o certo, por servir de exemplo a quem nos cerca, servir de inspiração às pessoas. Heróis escolhem fazer por si mesmos e pelos outros muito mais do que a maioria das pessoas faria. Heróis são aqueles que persistem firmes em busca de ser melhores a cada dia e que se dispõem a vivenciar com honra e AMOR, esta maravilhosa Odisséia, chamada VIDA.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. Jose´Carlos Carturan Filho é Cirurgião Dentista, Especialista em Medicina&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Comportamental e MBA em Gestão de Saúde e Mkt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-4989615970911860738?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/4989615970911860738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/busca-do-heroi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4989615970911860738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4989615970911860738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/busca-do-heroi.html' title='A Busca do Herói'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8874814393446244333</id><published>2011-09-15T21:14:00.001-07:00</published><updated>2011-09-15T21:14:17.902-07:00</updated><title type='text'>1000</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fiquei positivamente surpreso ao receber a notícia de que esta seria a edição de número 1000 do querido Correio Paulista. Logo veio a idéia de escrever uma coluna sobre um assunto especial, que chamasse a atenção e fosse condizente com a importância histórica da data. Nada melhor e mais justo do que escrever sobre o jornal e a data comemorativa tão especial. Quando falamos em imprensa então, no Brasil, ah... este feito se torna ainda mais admirável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pode ver: 1000 gols de Pelé, de Romário (???), 1000 jogos de Rogério Ceni pelo São Paulo. Sempre é motivo de comemoração e registro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Indo mais fundo na reflexão sobre a importância deste momento, pensei em minha vida profissional. Enquanto exerci a Odontologia creio que tenha atendido 1000 pacientes e agora que trabalho com treinamentos, palestras e cursos, certamente já tive a oportunidade de falar para 1000 pessoas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entretanto, logicamente contando com a ajuda de parceiros, de companheiros e amigos, tratam-se de feitos pessoais. Já no caso do Correio Paulista talvez o grande desafio tenha sido o de democraticamente congregar sob um mesmo veículo, pontos de vista tão plurais e ainda assim manter sua linha mestra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sou colaborador do Correio desde 2005 quando gentilmente fui convidado a ocupar um espaço para falar de saúde e qualidade de vida. Neste período, muitas coisas mudaram. No país, nos veículos de comunicação, na minha vida. E sou testemunha da busca constante dos profissionais em conseguir renovar-se e acompanhar a evolução sem deixar de lado a coerência e o profissionalismo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ressalto que nestes 6 anos (caramba, já?) em nenhum momento fui cerceado ao emitir meus pontos de vista, meus comentários, ainda que muitos deles fossem talvez diferentes do que a maioria defendia. Agradeço a oportunidade em participar deste momento e de ter feito parte desta história. Pelo modo gentil, cordial, respeitoso e profissional como sempre fui tratado. Representado pelos Srs.Vítor e Wanderley Berrocozo e do competente e atencioso Gustavo Prachedes &amp;nbsp;cumprimento a todos os que fazem e fizeram parte desta caminhada. Parabéns pelas 1000 edições. E que venha a número 2000!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8874814393446244333?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8874814393446244333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/1000.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8874814393446244333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8874814393446244333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/1000.html' title='1000'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-4767062915764360668</id><published>2011-09-09T04:15:00.001-07:00</published><updated>2011-09-09T04:15:15.821-07:00</updated><title type='text'>Inimigo silencioso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Acontece com cada vez mais freqüência: A pessoa sente desânimo, tristeza sem motivo aparente, sensação constante de fadiga; Insônia ou pelo contrário, sono excessivo. Falta de prazer em atividades que anteriormente traziam satisfação. Sentimentos de culpa, dificuldades em concentrar-se e tomar decisões. Estes são apenas alguns sintomas da depressão, um inimigo que se torna mais comum a cada dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para que tenhamos uma idéia, dados de 2008, divulgado nesta quarta-feira, revelam que a depressão é a quinta doença de maior ocorrência no Brasil, ficando atrás apenas das velhas conhecidas hipertensão, doença de coluna, artrite ou reumatismo e bronquite ou asma. Estima-se que cerca de 17 milhões de brasileiros tenham a doença. De acordo com um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), mais de 75.000 trabalhadores são afastados anualmente de suas atividades em decorrência da depressão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dados são ainda mais impressionantes quando considerados em âmbito mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão atinge 121 milhões de pessoas ao redor do mundo e está entre as principais causas que contribuem para incapacitar um indivíduo. Por ano, a depressão esta ligada à morte de cerca de 250.000 pessoas. A Organização Mundial de Saúde estima que em pouco mais de 10 anos a depressão será a segunda doença mais comum no mundo, devendo atingir o primeiro lugar no ranking em 2030. Ela também será a maior responsável por mortes prematuras e anos produtivos perdidos, dado seu potencial incapacitante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há muito tempo a depressão já é uma das doenças que mais gera custos econômicos e sociais aos governos já que além dos gastos com tratamento, existem também as perdas na produção.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ainda que não exista até hoje uma explicação científica conclusiva, sabe-se que a mulher é mais sensível à depressão. Há algumas teorias, entre elas a que relaciona esse efeito aos hormônios femininos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para ser diagnosticada clinicamente como portadora de depressão, a pessoa não precisa estar com todos esses sintomas. As causas da depressão podem ser biológicas, por meio de desequilíbrios bioquímicos na produção e captação relacionados a hormônios e neurotransmissores. Além das causas biológicas, fatores ambientais relacionados ao cotidiano atribulado e à falta de qualidade de vida das pessoas. Fatores comportamentais como crenças limitantes, baixa auto estima, falta de auto confiança também são potencializadores da depressão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Felizmente há tratamentos eficazes por meio de medicamentos e principalmente pela ação de psicólogos preparados e que por meio de técnicas modernas conseguem resultados expressivos e rápidos na cura da doença. Em caso de dúvidas e caso existam alguns destes sintomas ocorrendo simultaneamente procure um profissional para auxiliá-lo. O diagnóstico precoce favorece consideravelmente no êxito do tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-4767062915764360668?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/4767062915764360668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/inimigo-silencioso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4767062915764360668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4767062915764360668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/inimigo-silencioso.html' title='Inimigo silencioso'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8201752066283141703</id><published>2011-09-01T20:32:00.001-07:00</published><updated>2011-09-01T20:32:25.875-07:00</updated><title type='text'>Como NÃO ter sucesso...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já li nos mais diversos lugares, dos mais variados tipos, dos mais variados autores as famosas ‘Dicas para alcançar o sucesso’. Considero ‘dicas’ importantes, afinal são diretrizes simples de como em tese podemos alcançar determinado objetivo ou fazer algo de maneira adequada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entretanto, quando falamos em sucesso, há dois pontos a se considerar. Primeiro: O conceito de sucesso é subjetivo ao extremo. Varia de pessoa para pessoa. Logo, as dicas não servem para todos. Segundo: Se fosse tão simples assim não haveria tantas pessoas com a vida tão enrolada e repleta de insucessos. Obviamente há vários outros fatores envolvidos em se ter ou não sucesso. As tais dicas podem ajudar-nos, mas serão apenas uma base, ainda mais em um mundo tão competitivo e dinâmico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desta forma, resolvi fazer o contrário: Vou apontar algumas ‘dicas para NÃO ter sucesso’. Se estou ficando louco? Acho que não. Só me propus a enumerar alguns fatos, algumas dicas que certamente afastarão você cada dia mais do tal ‘sucesso’, seja lá qual for o conceito de sucesso para você. Quanto maior a quantidade de pontos que você seguir, menor sua chance de ser bem sucedido. Está curioso? Então lá vai:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1 – Aja como um perdedor: Lamente, se queixe, reclame e fique sempre focado em seus problemas. Jamais busque soluções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2- Trate as pessoas com desrespeito, impessoalidade, indiferença. Não de atenção a ninguém que não represente para você uma boa oportunidade de negócios. Considere-as meros números em sua estratégia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;3- Seja mal humorado, arrogante e mal educado. Viva se achando a ‘última bolacha do pacote’. Faça questão de não guardar o nome das pessoas, próximas ou não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;4- Deixe sua saúde para depois. Afinal, dinheiro, trabalho, TV, relatórios, ‘baladas’, bebida, cigarro são muito mais importantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;5- Gaste seu dinheiro sem planejamento e critério. De preferência gaste bem mais do que ganha. Faça dívidas, muitas dívidas, principalmente no cartão de crédito. Faça crediários intermináveis e pague por uma coisa três vezes seu real valor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;6- Use constantemente frases do tipo: ‘Não sei’, ‘não posso’, ‘não consigo’, ‘não sei se vai dar’, ‘isso é muito difícil’.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;7- Coloque a culpa de seus fracassos nos outros. Esta é fundamental. Jamais assuma seus erros e aprenda com eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;8- Aja como vítima. Viva dizendo que ‘todos estão contra você’, ‘que nada dá certo, ‘que você é azarado’, etc, etc, etc&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;9- Esteja sempre distante de pessoas que ama, como familiares e amigos. Visite-os apenas para cumprir obrigação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;10- Deixe tudo para amanhã. Adie tudo o máximo que puder. Seja um procrastinador nato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Viu só? Logicamente esta é uma brincadeira e um alerta. Perceba ao seu redor pessoas que adotam alguns destes comportamentos e veja em que condições elas se encontram. E se você estiver pensando: ‘Conheço alguns que fazem muitas destas coisas e obtém relativo sucesso’. Tenha certeza de que é algo fugaz, efêmero. Não se pode enganar as pessoas por muito tempo. E talvez o preço a ser pago por isso seja muito mais caro no futuro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8201752066283141703?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8201752066283141703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/como-nao-ter-sucesso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8201752066283141703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8201752066283141703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/09/como-nao-ter-sucesso.html' title='Como NÃO ter sucesso...'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8478530789399028752</id><published>2011-08-31T10:09:00.001-07:00</published><updated>2011-08-31T10:09:14.695-07:00</updated><title type='text'>Interstícios e Flores</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não sei se isto é claro para todos, mas a vida é feita de ciclos. Alguns muito bons, auspiciosos, prósperos e outros nem tanto. Ainda assim conseguimos ou deveríamos tirar proveito de cada um deles. Os tais ciclos perduram por certo período (muitos deles por aproximadamente sete anos, pode reparar) e podem abranger as mais diversas áreas da nossa vida. Pessoal, afetiva, financeira, profissional, social. Parece que é o tempo aproximado para que ganhemos maturidade suficiente, seja pelo amor ou pela dor, para seguirmos adiante e entrarmos de vez na nova fase que se apresentará.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando falo em ciclos, falo desde o início, quando as coisas ainda são idéias, sonhos, aspirações, objetivos, passando pela fase onde já há algum movimento no sentido de colocar tais coisas em prática, chegando ao processo de desenvolvimento, de sedimentação e concretização e por fim de saturação, culminado ora com um desfecho, ora com a opção de continuidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo quando não há o desfecho e sim a continuidade, há uma reCICLAGEM, daí a origem da palavra. É quando damos uma ‘repaginada’ para que aquele balão consiga voar até completar sua jornada. Se o desfecho, a cisão, a ruptura ocorre é porque estamos buscando novos sonhos, novos horizontes, que podem estar baseados em pilares construídos no ciclo anterior, mas que certamente serão maiores e mais amplos, pois trazemos conosco o aprendizado do que se passou. Em tese, temos mais discernimento e novo fôlego, novo ânimo para conseguirmos o que almejamos. Basta então seguir em frente, não é? Nem sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há uma fase de transição que entremeia um ciclo e outro. Este interstício é um período bastante complicado. É onde nossa autocrítica, nossa autocobrança, coisas das quais nos arrependemos de termos ou não termos feito afloram, quando achamos que poderíamos ter feito diferente, ter sido mais ‘assim ou assado’, achando que deveríamos ter encerrado antes e até mesmo nos perguntando como agüentamos tanto tempo e como não víamos algumas coisas que hoje são tão nítidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este período muitas vezes parece nebuloso e demasiadamente demorado. Semelhante quando a primavera está ansiosa em chegar, mas o frio, a escuridão e as brumas do inverno insistem em permanecer pairando, tornando esta passagem dolorosa e aparentemente deixando aquele cenário repleto de sol e flores que no fundo sabemos que vamos encontrar parecer mais distante do que realmente está.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este sentimento que ocorre nestas fases é necessário e salutar. É quando paramos para rever e repensar em algumas coisas. Quando reavaliamos nossos próximos passos. Ás vezes nos sentimos em dúvida se devemos prosseguir, se é aquilo mesmo que devemos fazer, mas tudo isto faz parte do crescimento e do desenvolvimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que bom que temos esta chance. Que bom que existem PESSOAS DO BEM para fazer esta travessia ao nosso lado. Quando a névoa e a escuridão se dissipam, as flores, mesmo aquelas que se sentiam sem vida, tornam-se novamente lindas e belas e voltam a irradiar seu brilho. Muito mais fortes e cheias de vida do que antes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8478530789399028752?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8478530789399028752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/intersticios-e-flores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8478530789399028752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8478530789399028752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/intersticios-e-flores.html' title='Interstícios e Flores'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8045816136166576433</id><published>2011-08-19T04:30:00.001-07:00</published><updated>2011-08-19T04:30:30.035-07:00</updated><title type='text'>A culpa é sua?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Hoje optei por abordar um tema espinhoso, mas que é recorrente e faz parte da vida de todo ser humano. E talvez você me pergunte: ‘Todo ser humano? Você não está generalizando, José Carlos?’- Sim, estou. Todos nós em algum momento já sentimos isso. Digo mais: Muitos de nós fomos criados com base neste sentimento ardil. Culpa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Então, para iniciarmos a prosa, lá vai a definição do dicionário: ‘É o sentimento de sofrimento obtido após reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável, baseado na frustração causada pela imagem criada daquilo que achamos que deveríamos ter sido.’ Entendeu? Se não entendeu, repare apenas nas quatro palavras que grifei. Tá bom ou quer mais? Sofrimento, reavaliação, reprovação e frustração. Some-se a estes sentimentos outros que estão correlacionados como autocrítica, repressão, mágoa e perceba o estrago que isto causa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Poucos dão a devida atenção a este sentimento, mas ouso dizer que é um dos que mais atrapalham nossa vida. E digo mais: É um dos mais difíceis de lidar, de ser trabalhado internamente. Os motivos são simples: Primeiro a facilidade com que as pessoas têm em nos repreender, desde sempre, quando algo não sai exatamente como deveria. Pais, professores, amigos, familiares. Nosso senso de perfeccionismo e autocrítica então vem e nos coloca ainda mais para baixo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O segundo é a questão cultural mesmo. A cultura ocidental predominantemente e uma boa parte das culturas orientais se baseiam na culpa. As religiões instituídas multiplicam esta sensação exponencialmente. Pecado, castigo, punição, dívida. Já nascemos do pecado e carregamos isto conosco às vezes por toda a vida. Exagero? Creio que não. Ainda mais quando levamos em consideração que é algo que acontece há séculos, que herdamos de nossos antepassados, que está impregnado em nossas células, que paira no ar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;As culpas que sentimos o tempo todo, a sensação de que temos de nos redimir mesmo muitas vezes sem saber de quê são apenas resquícios de uma culpa atroz e gigantesca que recai sobre nossos ombros e que por nossa pequenez frente a um Universo tão grandioso jamais teremos condições de lidar. E cá entre nós, nem temos de lidar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Com base nisto, a sociedade se baseia em uma infinidade de padrões, que variam de um lugar para outro, mas que invariavelmente temos de nos adequar, ainda que em grande parte das vezes não sejamos preparados para isto pela família, pelos educadores e pela falta de exemplos a quem podemos nos espelhar. Nós seres humanos somos uma obra inacabada e obviamente somos responsáveis por nossos atos e suas conseqüências. Isto por si só já traz uma responsabilidade suficientemente grande.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Por este motivo, não aceite gratuitamente o sentimento de culpa que alguns insistem em nos colocar nos ombros. Cada um é responsável pelo seu destino e ninguém é obrigado a carregar o fardo alheio. Você pode até ajudar, mas deve ser uma opção sua. É a mesma prerrogativa que tem em dizer não e seguir sua vida adiante. De hoje em diante fique atento em quem quer por a culpa pelo próprio fracasso nas suas costas. E definitivamente, não aceite. Mas, sem sentir-se culpado por isto, ok?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8045816136166576433?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8045816136166576433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/culpa-e-sua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8045816136166576433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8045816136166576433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/culpa-e-sua.html' title='A culpa é sua?'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-7906881866321479522</id><published>2011-08-11T15:24:00.001-07:00</published><updated>2011-08-11T15:24:34.642-07:00</updated><title type='text'>Um dia a mais ou a menos?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Primeiramente, bom dia. Não sei quando, onde ou em que circunstâncias você está lendo este texto. Não sei também se ao final você irá gostar ou não dele. Obviamente é muito provável que também não o conheça pessoalmente. Mesmo com toda esta falta de informações a seu respeito sei algo sobre você que é inexorável: Se você está sendo agraciado com o dia de hoje é porque ainda tem algo a fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Pode parecer piegas em um primeiro momento, mas pare e pense: É ou não é verdade? Talvez você ainda não saiba muito bem o que é, menos ainda como vai chegar até lá, mas que você tem algo a fazer, ah isso tem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Aliás, talvez sejam estas algumas das maiores angústias do ser humano. Não saber ao certo a que veio e muito menos quanto tempo resta para descobrir e efetivamente fazer o que deve ser feito. Um dia a mais que vivemos é um dia a menos que temos para viver. Com base neste raciocínio, pare e pense. Não seria sem sentido a vida se não houvesse um propósito maior?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Tá, tudo bem, concordo que seja bacana em muitos momentos viver. Quando estamos com quem gostamos ou fazendo as coisas que gostamos, passeando, , dando gostosas gargalhadas, ou seja, lá o que for. Contudo, há o outro lado da moeda. Dificuldades, lágrimas, sofrimento, incerteza. Faz parte. Não haveria aprendizado se não fosse assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Mas, sendo bem objetivo: Você sabe o porquê Dele, Deus, ter permitido a você mais um dia? Sabe qual sua missão aqui na Terra? &amp;nbsp;Pois é: Esta é a pergunta que provavelmente mais de 80% das pessoas não sabe responder. E dos outros 20% pelo menos metade apenas acha que sabe, pois arrumou um modo mais fácil de fugir deste questionamento. Simplesmente aceitou o destino que lhes foi imposto e acha que é assim mesmo, não há nada a fazer para mudar tal sorte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Isto é perfeitamente compreensível. É muito mais cômodo atribuir nossos insucessos a fatores externos, a outras pessoas ou a um Deus que supostamente está querendo nos fazer passar por ‘provações’. É mais fácil reclamar da vida e achar que a recompensa virá quando ‘passarmos desta para uma melhor’.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Buscar o que se deseja, ir a fundo para se entender o que realmente viemos fazer nos traz um custo. Só o fato de tentar ser diferente da maioria já traz desconforto. Vivemos buscando caminhos, mas caminhos são trilhas que nos levam a outros caminhos. Este ciclo se repete insistentemente e a jornada só termina quando estamos realmente alinhados ao que realmente viemos fazer neste mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Há também aqueles que no fundo sabem o que tem de ser feito, mas não acreditam em sua intuição, em seu potencial ou acham penoso demais o caminho para alcançar seus objetivos. A pergunta que cabe nestas situações é: Até onde você está disposto a ir para alcançar seus sonhos? &amp;nbsp;Ressalto que não estou falando apenas de conquistas materiais, mas de algo que transcende isto. Existe algo que fez com que Ele lhe trouxesse a este mundo. Cabe a você desvendar este enigma e ser digno da missão que lhe foi confiada. E ao final de cada dia se perguntar: Este foi um dia a mais que usei da melhor forma possível ou um dia a menos que tenho para descobrir o que quero?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-7906881866321479522?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/7906881866321479522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/um-dia-mais-ou-menos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7906881866321479522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7906881866321479522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/um-dia-mais-ou-menos.html' title='Um dia a mais ou a menos?'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-7677992700800627750</id><published>2011-08-04T13:41:00.001-07:00</published><updated>2011-08-04T13:41:38.706-07:00</updated><title type='text'>Paralelos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Olá! Já comentei algumas vezes neste espaço sobre toda a mudança de trajetória profissional que ocorreu na minha vida há alguns anos que fez com que eu abdicasse da Odontologia, carreira que gostava e respeitava muito e enveredasse para o segmento de treinamentos e desenvolvimento humano com ênfase na área comportamental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Nestes últimos dias estive fazendo paralelos entre os desafios de exercer as duas profissões em âmbitos diferentes. A Odontologia requer muito conhecimento técnico, muita base conceitual, rapidez de raciocínio e destreza manual impressionantes. Além é claro de uma responsabilidade enorme em lidar com a saúde do ser humano. Não muito diferente, minha atual área de atuação requer alguns destes atributos atrelados a uma responsabilidade tão grande quanto, visto que ao falarmos sobre comportamento humano, o compromisso em vivenciarmos em nosso cotidiano o que dizemos é colossal. Então percebi que há dois fatores ainda mais fortes em comum entre ambas. O altíssimo nível de ‘auto exigência’ e de exigência dos outros para conosco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Nada mais lógico. Se falo sobre comportamentos tenho de ter domínio sobre tudo isto e ser exemplo daquilo que digo. É fato. Só há uma variável em relação a isto. Sou humano. E erro. Muito. Sempre busquei deixar claro isto. Quando somadas a um compromisso pessoal de vivenciar a coerência entre o que faço e o que falo, estas exigências e olhares surpresos de pessoas próximas que não imaginam que possamos passar por problemas corriqueiros formam um turbilhão de pensamentos que passeiam livremente pela minha ‘cabeça animal’.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Costumo dizer que sou um eterno aprendiz. E foi justamente este pensamento que somado a um equilíbrio que se mostrou bem maior do que imaginava ter fizeram com que as coisas que ultimamente tem ocorrido se amenizassem internamente. Além do mais, fique claro que trabalhar e estudar comportamento humano não me dá nenhuma prerrogativa extra ou ‘super poderes’. Traz mais responsabilidade, isso sim. Percebi que me cobrar em demasia neste sentido seria mais ou menos a mesma coisa de achar que por ser dentista jamais teria problemas de saúde bucal ou que médicos jamais ficam doentes e advogados não podem ter problemas jurídicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Sou um ser humano em formação. Que busca melhoria e evolução. E só. Procuro seguir princípios morais e éticos e manter minha retidão de conduta. Entretanto retidão não é a mesma coisa que linearidade. Há pessoas totalmente lineares em seus comportamentos. O problema é adotam uma linha não muito recomendável.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Hoje acredito em coisas que não acreditava ontem. Talvez amanhã acredite em outras, diferentes das de hoje. Aliás, me dou o direito de ser contraditório. É assim que aprendo e amadureço. Não vejo isto como instabilidade e sim como uma possibilidade estar em constante desenvolvimento e de enriquecer minha jornada, que compartilho com tantos companheiros. O que não muda é a linha de conduta. Esta está acima dos comportamentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-7677992700800627750?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/7677992700800627750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/paralelos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7677992700800627750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7677992700800627750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/08/paralelos.html' title='Paralelos'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-6843943432049741941</id><published>2011-07-28T19:40:00.001-07:00</published><updated>2011-07-28T19:40:16.690-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Não sei se habitualmente você compartilha comigo estas simples linhas que escrevo semanalmente, mas talvez tenha reparado que frequentemente incluo perguntas no título ou no decorrer do texto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;As perguntas têm duas finalidades: A primeira é gerar possíveis reflexões acerca do tema e a segunda é suscitar respostas para questões que tem a ver com minha vida, para que eu possa obter opiniões diferentes e levá-las em consideração antes de fechar (ainda que provisoriamente) um determinado ponto de vista dentro de minha ‘cabeça animal’.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Pois bem, a pergunta título da coluna foge um pouco do significado que pode ter à primeira vista. Geralmente quando lemos algo do tipo, isto suscita em nós a projeção de onde queremos chegar ou de como faremos para nos destacar e obter o famigerado sucesso em uma sociedade tão competitiva e dinâmica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Contudo, neste caso especificamente, a pergunta tem o objetivo de inverter este padrão de entendimento. &amp;nbsp;A resposta tem a ver com: Qual é o limite entre a ‘ação’ e a ‘não ação’. Quando devo agir? Quando devo esperar? E se for o momento de agir? Como deve ser esta ação? &amp;nbsp;Até onde posso ir para alcançar este sucesso, reconhecimento ou o que quer que seja? Alguns limites pessoais, gerais, sociais e éticos devem ser respeitados? Ou vale tudo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Se a resposta é sim, vale tudo, ok. Adota-se a política do ‘salve-se quem puder’ e que se danem tudo e todos. Se a resposta for NÃO, não vale tudo e existem certas demarcações que ainda que subjetivas devem ser respeitadas, quais são estas demarcações? Repito. Até onde podemos ir?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Complicado, não é? Ainda mais quando estes limites não são regidos apenas por leis, mas sim por percepções, linha de conduta pessoal e bom senso. Quando somamos a isto a uma sociedade carente de bases morais e éticas sólidas e que produz relações humanas cada vez mais impessoais, egoístas e focadas na obtenção do resultado ‘custe o que custar’ o barril de pólvora fica prestes a explodir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Isto faz com que a busca por reconhecimento, valorização, pelo sucesso acabe distorcendo a capacidade de distinguir entre o certo e o errado. Nestes momentos, a tal ‘lei da selva’ invade o pretensamente chamado ‘mundo civilizado’ e faz com que os instintos mais viscerais dos seres humanos, aqueles que herdamos de nossos ancestrais e foram somados a uma preocupante capacidade de raciocinar friamente, aflorem e nos façam perder facilmente este sutil referencial. O referencial de até onde podemos ir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Isto é muito perigoso. Podemos cair na armadilha de usar estratégias não muito recomendáveis e transpor esta barreira. Obviamente a discussão é infindável, já que como disse anteriormente estes limites são pessoais e podem ser alterados de acordo com a circunstância. Como diz o ditado: ‘Na prática a teoria é outra’. Talvez seja por isso que a máxima de Maquiavel de que ‘Os fins justificam os meios’ ainda seja tão praticada. O desafio é manter a linha de conduta independente da situação. Ter para si muito claramente quais são estes limites pessoais e não variar estes padrões de acordo com interesses e fatos pontuais&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-6843943432049741941?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/6843943432049741941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/nao-sei-se-habitualmente-voce.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6843943432049741941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6843943432049741941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/nao-sei-se-habitualmente-voce.html' title=''/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2175037693299617462</id><published>2011-07-21T21:01:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T21:01:07.766-07:00</updated><title type='text'>Duas histórias</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Gosto bastante de histórias. Acho interessante a maneira como conseguem passar ensinamentos de maneira lúdica e ao mesmo tempo consistente e definitiva. Vale dizer que os grandes sábios da humanidade utilizavam este artifício para compartilhar com as pessoas lições que servem como inspiração até os dias de hoje. Jesus, Buda, Maomé, entre outros. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Muitas vezes é complicado abordar determinados assuntos ou simplesmente o teor da mensagem que queremos passar acaba se dissipando e não chega genuíno ao nosso interlocutor. Quando passamos este conhecimento através de uma história, a tendência é que fique bem mais sedimentado para aqueles que nos ouvem. Por este motivo nesta semana compartilharei duas histórias que recebi e contemplam simultaneamente temas bem interessantes para o cotidiano atual. Atributos como criatividade, estratégia, inovação, congruência e perspicácia. Faz-nos também atentar para a importância de repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas e que ter problemas é inevitável, ser derrotado por eles é opcional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;‘Um senhor vivia sozinho em Minnesota. Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão. O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;'Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Com amor, Seu Pai. '&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;'PELO AMOR DE DEUS, Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos'&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Esta foi a resposta:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;'Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento... '&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;A segunda é uma história atribuída ao famoso líder pacifista Mahatma Gandhi, que mostra perfeitamente o que é congruência. Conta que certo dia foi procurado por uma mulher e seu pequeno filho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Sr. Gandhi, dizia ela, por favor, peça a meu filho para parar de comer açúcar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Gandhi olhou nos olhos do garoto, e em seguida para a mulher e disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Volte daqui quinze dias!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Duas semanas se passaram e a mulher voltou com o menino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Sr. Gandhi, quinze dias se passaram, e eu gostaria que o senhor dissesse para esse menino parar de comer açúcar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Gandhi olhou para o garoto e disse; – Pare de comer açúcar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;A mulher então disse a ele – É só isso? Por que não disse na primeira vez em que viemos aqui?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Gandhi calmamente respondeu; – É porque há quinze dias eu ainda comia açúcar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Você só pode oferecer aos outros o que você tem!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2175037693299617462?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2175037693299617462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/duas-historias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2175037693299617462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2175037693299617462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/duas-historias.html' title='Duas histórias'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2254866107193502971</id><published>2011-07-14T20:55:00.001-07:00</published><updated>2011-07-14T20:55:29.024-07:00</updated><title type='text'>Pessoas de luz</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Acompanhei há alguns dias um interessante debate: As pessoas são ou não são insubstituíveis? Existe uma máxima recorrente em empresas, equipes e relacionamentos que diz que ninguém é insubstituível. Há controvérsias. Pode até ser considerado quando este premissa se aplica a cargos e funções. Ainda assim podemos passar um bom tempo discutindo sobre a veracidade ou não desta sentença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Particularmente acho que todos somos insubstituíveis. Em alguma instância, na vida de alguém ou no coração de alguém. Este conceito se evidenciou demais para mim nestas últimas semanas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;É inegável que tocamos a vida das pessoas que conhecemos e convivemos e somos tocados por elas. Alguns, no entanto, ultrapassam estes limites. Não apenas tocam a nossa vida, mas sim iluminam oportunamente nossos dias. E mais: Algumas pessoas brilham muito e são responsáveis por iluminar a vida de muitas, muitas pessoas. São literalmente ‘pessoas de luz’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Às vezes parece que estas pessoas adivinham. Não parece, não. Elas de algum modo adivinham mesmo. Surgem nos momentos onde as brumas aparecem e tornam enevoado o caminho. Manifestam-se por meio de sorrisos, palavras, gestos, mensagens, recados, emails, torpedos, telefonemas e todas estas possibilidades que o ‘mundo moderno’ proporciona.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Chegam colocando sons e tons em nossa vida. Ligam justamente naquele momento em que tudo parece nebuloso. Dizem coisas simples que no momento exato tornam-se essenciais. Sabe quando tudo parece complicado e difícil? Pois é aí que estas ‘pessoas de luz’ surgem. Já reparou? É quase que um indicativo, uma marca que as ‘pessoas de luz’ trazem consigo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Certamente já aconteceu contigo e ultimamente tem acontecido comigo. A palavra certa na hora certa. A simples e genuína manifestação, por vezes silenciosa, expressa por um olhar que diz: ‘Tamo junto’&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;E isso é muito bom. Faz com que reforcemos nossos conceitos sobre a importância ou não de certas coisas. Faz com que reavaliemos nossos atos e mantenhamo-nos firmes e inabaláveis rumo ao propósito que escolhemos para nossas vidas. Há uma frase que diz: ‘ As adversidades despertam em nós capacidades que em circunstâncias favoráveis teriam ficado adormecidas’. Verdade pura. E isto acontece para que tenhamos sempre os pés no chão e a chance de nos desenvolver. O que me remete a outra frase que costumo citar: ‘Quando achamos que sabemos todas as respostas da vida, a vida vem e muda todas as perguntas’. Se percebermos bem, são oportunidades de melhoria interna. E por isso devemos agradecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Neste momento, aproveito para agradecer aos meus familiares que sempre estiveram comigo, à minha esposa, aos AMIGOS (aqueles com letra maiúscula mesmo) e àquelas pessoas que chamei anteriormente de ‘pessoas de luz’. Obrigado. Talvez sem que saibam vocês tem iluminado os meus dias. &amp;nbsp;Obrigado Pai Celestial por mais esta fase em minha vida. Nada mais oportuno do que ter a chance e a responsabilidade de aplicar com retidão em nossas vidas o que tentamos passar às pessoas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2254866107193502971?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2254866107193502971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/pessoas-de-luz.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2254866107193502971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2254866107193502971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/pessoas-de-luz.html' title='Pessoas de luz'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-7283166281656905044</id><published>2011-07-07T22:29:00.001-07:00</published><updated>2011-07-07T22:29:43.351-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Nesta semana, optei por replicar um texto bem interessante que recebi pela internet há alguns dias, sem que tivesse citado o autor. Peço desculpas, mas ainda assim achei conveniente compartilhá-lo. Caso alguém conheça o autor, basta acessar o site abaixo e me enviar o nome para que eu possa ser justo e mencioná-lo. Ficarei agradecido. O texto conta a história de um executivo que decidiu tirar uma semana de férias numa vila de pescadores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O executivo gostava do mar e desejava sossego. Então, alugou uma modesta cabana numa vila de pescadores e partiu para lá com seu carro cheio de mantimentos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Uma semana sem fazer nada, longe do estresse diário, sem celular nem televisão, apenas vivendo no paraíso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;No primeiro dia, ele acordou bem cedo, pegou sua esteira, seu guarda-sol, passou protetor solar e foi à praia. Ainda estava arrumando suas coisas na areia quando viu seu vizinho pela primeira vez. Era um pescador local. Tinha a pele bronzeada, uma aparência saudável e, apesar dos cabelos brancos, um corpo jovial. O pescador colocou uma canoa na água, remou até passar a formação das ondas e jogou a rede. Ao puxá-la, vieram uns cinco ou seis peixes. Ele escolheu dois e devolveu os outros ao mar. Voltou com o barco, guardou os peixes e passou o resto do dia passeando pela praia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;No dia seguinte a mesma cena se repetiu. Curioso com a atitude de seu vizinho, o executivo não resistiu e abordou o pescador quando ele retornava da pescaria:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Desculpe-me a intromissão, mas por que você joga a maioria dos peixes que pesca de volta ao mar?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- É porque eu só preciso de dois, um para o almoço e outro para o jantar - respondeu o pescador.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O executivo ficou inconformado com tamanha ignorância.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Você está fazendo errado. Deve trazer todos, assim poderá vendê-los - recomendou.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Para quê? - perguntou o pescador, surpreso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Porque com o dinheiro da venda você poderá comprar uma rede melhor e pegar mais peixes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- E o que eu faria com mais peixes?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Ora essa! Vendendo mais peixes você poderá comprar um barco maior e pescar ainda mais peixes... Com o dinheiro da venda destes poderá comprar outro barco e contratar pessoas. Seus barcos poderão fazer pesca em alto-mar, e assim você ganhará mais e mais dinheiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- É mesmo?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Claro! E quando você tiver bastante dinheiro não precisará mais trabalhar. Já pensou? Se quiser, poderá ficar na praia o dia todo sem fazer nada - exclamou o executivo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O pescador coçou a cabeça sem entender, olhou para o homem à sua frente e disse:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Pois é, mas isso eu já faço pescando só dois peixes por dia...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Não desejo replicar de maneira alguma a idéia de que devemos simplesmente nos conformar com o que temos, muito menos sugerir acomodação, mas talvez as coisas sejam muito mais simples do que imaginamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Pescar só por pescar ou utilizar a pesca apenas como meio para se obter mais e mais acaba por distorcer o real propósito, causar um sentimento de eterna insatisfação, vazio interior e tornar a vida desinteressante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-7283166281656905044?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/7283166281656905044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/nesta-semana-optei-por-replicar-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7283166281656905044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7283166281656905044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/07/nesta-semana-optei-por-replicar-um.html' title=''/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-4695871075088946419</id><published>2011-06-30T16:37:00.001-07:00</published><updated>2011-06-30T16:37:17.768-07:00</updated><title type='text'>Mais gente, menos gestão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ultimamente tenho tido bastante contato em empresas com equipes responsáveis pela área de Recursos Humanos. A criação desta área em empresas de grande porte e mais recentemente até mesmo nas de média e pequena estrutura já são um grande avanço quando temos como comparativo o cada vez mais obsoleto ‘D.P.’ (departamento pessoal) ainda presente em algumas empresas e em órgãos públicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Hoje há departamentos de recursos humanos que participam diretamente de decisões estratégicas de empresas. Cá entre nós isto é uma decisão extremamente salutar, mas ainda não são todos os profissionais que conseguem ter a abrangência de visão necessária para isto. Na realidade, há cerca de dez anos uma transição conceitual vem ocorrendo de maneira mais acentuada no modo de encarar a função da área. E como já abordamos em colunas anteriores mudanças podem gerar desconforto. Principalmente quando esta mudança é estrutural. E neste caso não se trata apenas de uma mudança estrutural, mas uma série de paradigmas que devem ser quebrados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante décadas o foco das empresas era a elaboração dos processos, a parte gerencial, os resultados de modo geral e o desenvolvimento de habilidades diretamente ligadas à questão técnica. Hoje isto mudou e o foco deve ser nas pessoas. Nada mais normal em um mundo cada vez mais competitivo, onde há um nivelamento na qualidade da mão de obra e por inúmeros fatores a comunicação e a relação interpessoal está cada vez mais difícil. Contudo, há alguns itens que devem ser observados para que isto aconteça, dentre os quais está o preparo do gestor da área de recursos humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O fato é que alguns gestores ainda não perceberam isto. Alguns já conseguiram enquanto outros simplesmente ignoram esta tendência. Há outros ainda que se encontram no meio do trajeto ou construindo uma ponte entre os dois pontos que separam a idéia da realização. Mas, dentre estes profissionais encontram-se aqueles que ainda não tomaram vulto da importância desta visão global e focam suas atenções apenas em processos, procedimentos, temas menos importantes e em clichês da área.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É preocupante quando em reuniões que participo ao invés de salientar os pontos que devem ser trabalhados e desenvolvidos alguns ficam mais preocupados em demonstrar ‘todo o seu conhecimento’ na área e abusam de termos ‘enlatados’. &amp;nbsp;Já ouvi frases tão recheadas destes termos que perderam totalmente o sentido. Coisa do tipo: “É importante vermos direito o ponto sobre treinamento, porque o target envolvido está fora do meu budget. Acho que esta questão interfere no turn over e nos processos e está diretamente ligada à Geração Y, que tem foco no fator sócio ambiental e no business.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confesso que não entendi nada e que fiquei um pouco assustado com a miscelânea gramatical e conceitual que me foi apresentada. Não tive a oportunidade, mas se pudesse teria dito a ela duas coisas: Por favor, mude seu foco. Menos clichês e mais visão. Mais gente e menos gestão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-4695871075088946419?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/4695871075088946419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/06/mais-gente-menos-gestao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4695871075088946419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4695871075088946419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/06/mais-gente-menos-gestao.html' title='Mais gente, menos gestão'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-1886122717256947710</id><published>2011-06-17T00:02:00.001-07:00</published><updated>2011-06-17T00:02:36.136-07:00</updated><title type='text'>O risco do elogio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há uma máxima que é difícil lidar com críticas. Basta ouvir declarações de artistas, atletas, políticos e comentários de pessoas que são criticadas para perceber o quanto esta percepção é comum. Concordo com isto em certo ponto, pois não deve ser simples realizar bem seu trabalho lidando com críticas contínuas. Entretanto as críticas podem servir como alerta e estímulo para melhorias. Deve haver uma análise criteriosa e imparcial sobre a crítica recebida. Algumas delas servem para nos redirecionar e são recebidas de pessoas que querem realmente nosso crescimento, enquanto outras são propositadamente destinadas a nós com o único objetivo de nos desestruturar e são lançadas por pessoas que não se importam realmente conosco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, quero usar este espaço para trazer uma visão um pouco diferente. Ter estrutura para lidar com críticas é difícil, mas ainda que não pareça, acredito ser bem mais difícil lidar com. elogios!!! Pode parecer estranho, mas analisando friamente, você verá que faz sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Inevitável neste momento não citar a famosa frase de Santo Agostinho, que diz: ‘Prefiro os que me criticam porque me corrigem, aos que me adulam porque me corrompem’. Frase que parece bastante dura a princípio eu sei, mas que traz em si uma reflexão bem interessante.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Perceba o seguinte: não estou dizendo que é ruim receber elogios e sim que é importante saber lidar de modo equilibrado com eles. Logicamente é bacana ouvir um elogio, felicitações por algo realizado, por um trabalho bem feito. Particularmente, quando recebo um elogio a sensação que tenho é a de dever cumprido, mas principalmente a de que minhas responsabilidades foram multiplicadas. Devemos sim aceitar os elogios e não rechaçá-los. Todavia devemos também ter o discernimento necessário para saber quando tal elogio é verdadeiro ou quando não passa de bajulação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E é este ponto que quero salientar. O elogio pode ser traiçoeiro, já que mexe com um dos sentimentos que os seres humanos têm mais dificuldade em lidar: a vaidade. E aí as coisas ficam estreitas. O elogio alimenta a parte que os psicólogos chamam de ‘ego’, na realidade não apenas alimenta, mas vicia. É a ração ideal para a soberba, a prepotência e a empáfia. Faz com que pessoas julguem-se acima do bem e do mal, deixem de buscar seu auto desenvolvimento e faz algo ainda mais nocivo. Elogios escondem erros, fazem com que oportunidades de melhoria sejam ignoradas e atitudes megalomaníacas sejam tomadas. Um perigo para pessoas e empresas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas como lidar com eles, os elogios, afinal? O correto seria lidar com serenidade e humildade, o que infelizmente é bem raro. O que vemos na maioria das vezes é a adoção de uma postura por parte do ‘elogiado’ de quem está acima do bem e do mal, aquela pessoa que se acha ‘ a última bolacha do pacote’ ou ainda aquela ainda pior, a da falsa modéstia, que esconde atrás do véu de simplicidade uma dose cavalar de arrogância. Entendeu o tamanho do perigo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-1886122717256947710?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/1886122717256947710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/06/o-risco-do-elogio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1886122717256947710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1886122717256947710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/06/o-risco-do-elogio.html' title='O risco do elogio'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-256650359422184549</id><published>2011-06-02T21:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T21:47:06.198-07:00</updated><title type='text'>Adianta?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Muitas pessoas, sem perceber, pautam sua vida em uma perigosa premissa. A de querer sempre agradar aos outros. Há algum tempo ouvi de uma pessoa muito querida, daquelas que passam na nossa vida e deixam uma marca positiva, um aprendizado consistente que não adiantava querer agradar a todos sempre. Por dois motivos: o primeiro porque isto é absolutamente impossível, já que quase que automaticamente ao agradar uns iremos desagradar outros e em segundo lugar porque muitas vezes para agradar alguém temos de desagradar a nós mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todo este parágrafo inicial parece meio clichê, coisa de revista de banalidades, mas esta questão tem uma raiz bem mais profunda e repercute na nossa vida de um modo que não podemos imaginar. Desde pequenos somos educados, criados para atender às normas e padrões vigentes. Até aí nenhum problema, já que são importantes algumas diretrizes que nos possibilitem viver em comunidade. O problema é que ao tentarmos sempre nos ajustar aos padrões que nos são impostos por pais, professores, amigos e a sociedade de modo geral vamos aos poucos perdendo nossa individualidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em determinados momentos é importante que nossas capacidades, nossos desejos, nossos sonhos sejam priorizados. Contudo é justamente nestes momentos que diversas influências externas tendem a nos tirar do caminho, pois surge um terrível dilema: devo fazer isto? Mas o que os outros vão pensar? Talvez ‘fulano’ se chateie comigo... Isto é muito comum, por exemplo, na escolha de uma profissão, quando a pessoa quer fazer algo específico e é influenciada a fazer ‘um algo’ diferente daquilo. Conheço dezenas de pessoas que até hoje sofrem com isso. Em outros segmentos da vida, também não é diferente. Hoje pessoas colhem frutos, às vezes não muito saborosos, de escolhas que fizeram para agradar outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Relaxe. Isto é mais comum do que se imagina. Já aconteceu comigo, com você e com pessoas que conhecemos. Temos apenas de estar atentos para que isto não se torne uma constante. O ser humano tem uma necessidade enorme de ser aceito, de sentir-se bom o suficiente, sentir-se adequado ao contexto em que vive ou receber julgamentos positivos. O problema maior reside no fato de, sem percebermos, deixarmos de lado nossa real identidade, nossos reais desejos e seguirmos nosso caminho sendo guiados por desejos e sonhos que não são nossos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os resultados disto? Posso afirmar que nenhum muito positivo. Frustração, insatisfação, dificuldade de auto aceitação, pois agradando aos demais nos distanciamos do que somos e do que realmente queremos, o que em algumas situações gera uma terrível ruptura com padrões pessoais que nos norteiam e com nosso real propósito de vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enfim, um conflito interno que gera ansiedade, desmotivação, estresse, tristeza, angústia e outros sentimentos que são extremamente nocivos para a saúde física, emocional e mental. Ficam então algumas perguntas: Adianta? Será que de um jeito ou de outro não seremos julgados pelas pessoas? Não seria então mais adequado buscarmos os nossos sonhos? Então por que não fazemos isto? Vale refletir, não é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-256650359422184549?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/256650359422184549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/06/adianta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/256650359422184549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/256650359422184549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/06/adianta.html' title='Adianta?'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-7655217296367277002</id><published>2011-05-26T16:34:00.001-07:00</published><updated>2011-05-26T16:34:34.003-07:00</updated><title type='text'>Zé do Parafuso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos treinamentos que ministro em empresas menciono algumas histórias que direta e indiretamente fazem alguma alusão aos contextos profissionais de forma geral, do mais simples ao mais elaborado ofício. Esta é possível que você já tenha ouvido por aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É a história do ‘Zé do Parafuso’. Diz a lenda que este senhor era um exímio mecânico de máquinas. Consertava tudo, desde liquidificador, até máquinas que valiam milhares de dólares. E como se não bastasse consertar tudo, ainda na maioria das vezes fazia o serviço muito rapidamente. Era um sujeito humilde, simplório, mas muito bom no que fazia. Sua fama corria a boca pequena nas fábricas que se espalhavam pelo país. Sua técnica? Segredo absoluto. Seus instrumentos e equipamentos de trabalho? Nada de excepcional. Uma pequena mala de ferramentas que qualquer ser humano precavido deve ter em casa. Chave de fenda, martelo, grifo. Nada de equipamentos modernos e eletrônicos. Orgulhava-se em dizer que seus equipamentos mais modernos eram seus olhos, ouvidos, mãos e a ‘cabeça que punha para pensar’.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eis que uma grande indústria, daquelas que não podem se dar ao luxo de ter um equipamento danificado, passou por um sério apuro. Justamente a máquina mais cara, que produzia as peças mais minuciosas e que era o centro da produção pifou. Nada a fazia funcionar novamente. A tal máquina era importada e depois da visita mal sucedida de três técnicos, um dos funcionários disse: ‘Para arrumar isso aí, só o Zé do Parafuso’. O diretor quis saber de quem se tratava e pediu que o trouxessem imediatamente à fábrica. Zé do Parafuso, também famoso pela sua presteza, chegou ali pouco tempo depois. A expectativa era grande, afinal quase uma centena de homens estava parada e isso significava muito dinheiro perdido.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Zé do Parafuso chegou e perguntou como havia sido o barulho. Deu a volta na máquina, tocou-a carinhosamente até que seus olhos pararam em uma das engrenagens. Com um sorriso de canto de boca simplesmente agachou, tirou uma chave da mala, apertou um parafuso e ordenou: ‘Liga a danada!’. Diante de homens boquiabertos e nem cinco minutos depois de ter chegado, a ‘danada’ voltou imediatamente a funcionar. O diretor radiante de felicidade, perguntou qual o valor do serviço. Em um segundo a alegria se transformou em indignação e perplexidade. Valor do serviço: 1.000 reais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como? Nem cinco minutos de serviço e este caboclo me cobra 1000 reais? Ele está louco! Ao voltar para a sala ainda esbravejando foi ler a nota que discriminava o serviço, escrita em uma folha de caderno toda amassada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ajuste do parafuso = 1,00 real&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Saber qual era o parafuso que deveria ser apertado = 999,00 reais. O diretor então sorriu com a mescla de simplicidade e sabedoria daquele homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Costumo contar esta história para salientar a importância de cada um dentro da organização. A ‘expertise’ deve ser valorizada e remunerada de forma justa, de acordo com a qualidade dos profissionais envolvidos. Jamais devemos minimizar a importância ou colocar preço no trabalho dos outros. Quem é bom no que faz deve ser valorizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-7655217296367277002?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/7655217296367277002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/05/ze-do-parafuso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7655217296367277002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/7655217296367277002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/05/ze-do-parafuso.html' title='Zé do Parafuso'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-6287682502139554868</id><published>2011-05-19T19:50:00.001-07:00</published><updated>2011-05-19T19:50:47.121-07:00</updated><title type='text'>Resiliência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De tempos em tempos alguns termos são tomados por empréstimo e utilizados em segmentos diferentes daqueles de onde se originaram. Um termo em especial, ocupou os últimos anos e foi aplicado insistentemente pela psicologia e pela área de recursos humanos e gestão de pessoas. No contexto corporativo então, foi e ainda é utilizado exaustivamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O termo resiliência que na física, de onde foi emprestado, é conceituado como a propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Este conceito foi redefinindo e incorporado no ambiente empresarial sendo uma habilidade pessoal, a capacidade do indivíduo em responder às situações adversas, problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão que estas situações acarretam sem se desestabilizar emocionalmente ou recuperando rapidamente seu equilíbrio. De modo bem coloquial, seria o limiar individual em ‘aguentar o tranco, sem espanar’ e ainda responder positivamente às demandas existentes, característica que é considerada um grande diferencial competitivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Neste caso especificamente foi positiva a incorporação deste termo, pois uma série de estudos foi realizado para esmiuçar este conceito e a sua real abrangência no cotidiano das empresas. Ainda assim, talvez uma parte muito relevante tenha passado despercebida. Continuando no campo da física, o limiar de resiliência ainda está ligado aos conceitos relativos à plasticidade e elasticidade e inclui o percentual da energia devolvida após a deformação. Isso mesmo. Além de não ceder às pressões, resiliência diz respeito ao quanto podemos gerar de contrapartida usando exatamente a energia que teoricamente seria a responsável por nosso desgaste. Parou para refletir sobre isto?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Parece incrível, mas resumidamente esta tal resiliência também deve ser considerada justamente a capacidade de tirar dos desafios, das situações desfavoráveis o combustível essencial para seguirmos adiante!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E é aí que reside a grande questão. Se formos fazer uma avaliação criteriosa, grandes líderes, grandes campeões, grandes ícones da humanidade utilizaram exatamente esta força, que denominamos hoje resiliência, para lutar com mais fervor e conquistar seus objetivos. Quer exemplos? Nelson Mandela, Ayrton Senna, Dalai Lama, Martin Luther King, só para citar alguns. Contudo, para isto é necessária muita competência. Logicamente não falo de competência técnica e sim de competência comportamental. Infelizmente, o que é uma ‘menina dos olhos’ dos gestores e deveria ser um exemplo nos líderes torna-se cada vez mais uma utopia. Fruto natural de líderes que fazem questão de manter a pose, quando na verdade são totalmente despreparados para lidar não apenas com a responsabilidade de seus cargos, mas principalmente demonstram nitidamente a falta de habilidade em lidar com pessoas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-6287682502139554868?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/6287682502139554868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/05/resiliencia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6287682502139554868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6287682502139554868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/05/resiliencia.html' title='Resiliência'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-133171971212508858</id><published>2011-05-15T20:38:00.001-07:00</published><updated>2011-05-15T20:38:26.277-07:00</updated><title type='text'>Você é ‘do ramo’?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antigamente, era muito comum ao final do anúncio de algum produto ouvir o locutor dizer: ‘Disponível nas melhores casas do ramo’. Hoje este termo caiu em desuso e pode até ser substituído, ainda que não integralmente, por setor, segmento ou área. Mencionei este fato porque em textos anteriores disse que é fundamental fazer o que se gosta, para que tenhamos sempre o tal ‘brilho nos olhos’.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes de concluir o raciocínio, foi inevitável que voltasse à minha memória uma história de quando eu era garoto e jogava futebol competitivamente. Tive um técnico, hoje falecido, que era militar. Militar mesmo, tenente do exército. Imagine um tenente treinando crianças para jogar futebol. Pior que saía coisa boa. E fui descobrir bem mais tarde o quanto algumas destas coisas que aprendi eram importantes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas o fato que quero mencionar acontecia, via de regra, quando algum garoto ia fazer testes, a famosa ‘peneira’ e não passava. Alguns pais, muitos deles tentando concretizar seu próprio sonho através do filho, ficavam irritados e às vezes até grosseiramente interpelavam meu treinador, Sr. Geraldo sobre qual era o motivo da dispensa do filho. Eis que o Sr. Geraldo de modo bem educado e paciente dizia: “Olha, meu senhor, seu filho é um garoto bacana, mas ele não é ‘do ramo’. Talvez ele seja bom em basquete, vôlei, seja um bom desenhista, músico, mas em relação ao futebol, ele não é do ramo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sinceramente achava aquilo duro demais. É possível até que alguns bons jogadores tenham sido equivocadamente avaliados por ele, mas hoje entendo perfeitamente o que ele queria dizer. Não adianta forçar a barra, pois algumas pessoas não combinam com determinadas atividades. Veja bem, acredito que é possível desenvolvermos novas habilidades, novas competências e nos aprimorarmos bastante, mas há algo inato, algo intrínseco que acaba sendo o grande diferencial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Imagine o seguinte: Posso tentar aprender a jogar tênis. Certamente desenvolverei habilidades, mas jamais serei um exímio tenista. Posso aprender tocar piano, mas não serei pianista. Dá para perceber a diferença? É aí que reside a grande questão. Tocar piano é diferente de ser pianista. Pessoas que não são do ramo, conseguirão ser na melhor das hipóteses medianas, esforçadas ao realizar seu trabalho. Pode até haver transpiração, o que é importantíssimo, mas dificilmente haverá inspiração, aquilo que diferencia uma pessoa ‘acima da média’ das pessoas comuns naquilo que fazem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seria maravilhoso que cada ser humano tivesse consciência de suas potencialidades, investisse em seus talentos e habilidades e fizesse o que gosta. Infelizmente, o que vemos são pessoas direcionadas por pais ou familiares a seguir um caminho, guiadas unicamente pelo apelo financeiro ou pior, desenvolvendo atividades sem saber o porquê e para as quais não estão motivadas e muito menos capacitadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, para isso é necessária uma autocrítica imparcial, uma dose extra de sinceridade consigo mesmo e uma coragem interior enorme para realmente admitir que não somos talhados para determinada função. Difícil, não é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-133171971212508858?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/133171971212508858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/05/voce-e-do-ramo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/133171971212508858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/133171971212508858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/05/voce-e-do-ramo.html' title='Você é ‘do ramo’?'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8074225031098059731</id><published>2011-04-29T04:51:00.001-07:00</published><updated>2011-04-29T04:51:39.706-07:00</updated><title type='text'>Algo sutil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um ser humano é capaz de mudar suas atitudes? Logicamente sim. Foi por acreditar plenamente nisto que na hora que tive de optar entre seguir na Odontologia ou dedicar meu tempo integralmente ao treinamento e desenvolvimento de pessoas, fiz a segunda opção. Digo mais: Um ser humano é capaz de alterar para melhor seus comportamentos, adquirir novas capacidades, mudar crenças e paradigmas pessoais e tornar-se um indivíduo muito melhor, preparado para influenciar positivamente sua vida e a dos que estão ao seu redor. Isto não só é factível como é mais simples do que se pode pensar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas,todos podem conseguir tudo? Existe algum limite para estas mudanças? Quais os critérios principais que fazem com que alguém transforme-se em um ser humano melhor? Respondo: Não, nem todos podem conseguir tudo, porque cada um de nós tem um teto (leia coluna da semana passada) e o limite que esta transição alcança está relacionado ao tamanho deste teto, à capacidade, humildade e vontade em aprender e principalmente à disciplina para colocar em prática novos recursos. Ótimo! Sendo assim, basta reunir estas características e algumas outras e qualquer ser humano pode atingir resultados melhores, ser especial e fazer a diferença? Teoricamente a resposta seria sim, mas no frigir dos ovos a resposta é... NÃO.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há algo a mais, muito sutil, porém imprescindível. E é justamente este algo que diferencia um ser humano especial, baseado em virtudes cardeais e um outro ser humano repleto de recursos, mas que pela falta ou insuficiência deste ‘algo’ pode ser considerado um ‘perigo’. O que é este algo? Simples. Algo chamado índole. Já ouviu que ‘tal sujeito tem boa (ou má) índole’? Pois o significado de índole, do latim índoles é: Propensão inata, tendência natural, caráter, sendo que caráter significa: Retidão moral, forma de agir do indivíduo em relação a si mesmo e ao mundo. Entendeu? Algo que a pessoa traz dentro de si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por isso que disse que quando este ‘algo’ chamado (boa) índole ou (bom) caráter falta, a pessoa torna-se um ‘perigo’. Porque ela se transforma em uma ‘tranqueira’ cheia de recursos. E alguém com má índole e boas habilidades é capaz de fazer estragos consideráveis. Estou sendo muito duro? Acredito que não. Principalmente se tratarmos o assunto de forma isenta e sem muitos melindres. Mesmo levando em consideração que normas morais e éticas podem ser entendidas de formas diferentes, há uma linha mestra, preconizada por leis, bom senso e virtudes que deve ser seguida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gratidão, respeito, lealdade, hombridade, educação, altruísmo, cordialidade, companheirismo, ternura, amor, retidão, senso de justiça, entre outras, são partes integrantes deste algo chamado caráter, peças que juntas formam uma boa índole. E que diferença isso faz...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lendo meus textos, sem me conhecer pessoalmente, você pode achar que sou retrógrado, conservador ou meio ranzinza. Engano. Porém, acredito que a boa índole é essencial para que a sociedade seja menos vil, violenta, superficial, fútil, impessoal e perigosa. Só tem um problema em tudo isso. Virtudes que servem de alicerce para bom caráter e boa índole não são ensinadas em cursos e treinamentos. Por isso, vale a pena ficar atento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8074225031098059731?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8074225031098059731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/algo-sutil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8074225031098059731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8074225031098059731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/algo-sutil.html' title='Algo sutil'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-4686257630750038941</id><published>2011-04-14T21:58:00.001-07:00</published><updated>2011-04-14T21:58:04.325-07:00</updated><title type='text'>O teto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais uma vez citarei meu grande amigo e mestre José Orlando. Faço questão de citá-lo nominalmente porque acho importante mencionarmos as fontes de onde ‘bebemos’ conhecimento e pelo privilégio que tenho em desfrutar de sua companhia, amizade e sabedoria. &amp;nbsp;Este meu amigo, de forma bem tranqüila e serena, já me disse algumas vezes: “Zé, não adianta insistir. Cada um tem seu próprio teto”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ouço isto dele, normalmente em situações onde estou tentando inserir alguém em algum projeto ou quando pergunto se na opinião dele determinada pessoa possui o perfil para empreender algum novo caminho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Faço questão de ressaltar que não se trata de menosprezo. Muito pelo contrário. Geralmente percebo, vezes de modo correto e outras equivocadamente, capacidades nas pessoas que elas mesmas não percebem. Quantas vezes você não entendeu, não se conformou com o fato de pessoas que conhece ficarem muito aquém de seu real potencial e consequemente colherem resultados bem menores do que poderiam e mereciam colher? Ou pior, quantas vezes já ouviu de outros que você possui inúmeras qualidades e. não acreditou?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pois é. Cada um tem seu teto, pois cada um impõe a si mesmo este teto. Isto acontece desde cedo e é tão assustadoramente verdadeiro que em algumas circunstâncias, quando as pessoas estão prestes a romper este limite que se impuseram, quando estão quase &amp;nbsp;‘aumentando’ este teto arranjam as maneiras mais impressionantes, os mecanismos mais absurdos de autossabotagem. Desculpe, mas é isto mesmo. As pessoas usam a autossabotagem para manter-se no limite exato, ou sempre um degrau abaixo do teto que acreditam ter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Alguns já fazem isto logo no início, usam a preguiça, a falta de disciplina e nem iniciam a jornada ou desistem ao primeiro obstáculo. Para estes o sofrimento é menor, já que se conformam em ser apenas coadjuvantes de suas próprias vidas, meros transeuntes da jornada que vieram (não) cumprir. Outros fazem diferente. Lutam, persistem, dedicam-se e quando têm a grande oportunidade de suas vidas... pronto. Jogam tudo pela janela. Arrasam qualquer possibilidade de crescimento, regredindo praticamente ao ponto zero, mas sem a perspectiva de um novo recomeço e sim com a frustração de mais uma vez ter falhado. Qual o nome disto? Autossabotagem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas existe ainda outro modo de limitar seu próprio teto. Talvez seja um neologismo, mas chamaria de auto ilusão. São aquelas pessoas que vivem enganando a si próprias achando que estão enganando os outros. Mais ou menos como um adolescente imberbe que ‘mata’ aula, ou a pessoa que faz dieta e ‘come escondido’ para não ser cobrado. A pergunta é: Na realidade, quem estas pessoas estão enganando senão a si próprias? Paciência. Cada um tem sua vida, cada um faz seu teto. Não se trata de poder fazer tudo, mas sim de perceber que é possível se fazer muito mais do que se faz. Novamente recorro ao meu mestre, que cita um ditado da cultura africana que diz: “O que a cabeça não quer, nem Deus pode querer. Se a sua cabeça não simpatiza com a sua causa, nada pode ser feito por você”. A propósito, qual o tamanho do seu teto?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-4686257630750038941?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/4686257630750038941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/o-teto.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4686257630750038941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/4686257630750038941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/o-teto.html' title='O teto'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-5214376870857738778</id><published>2011-04-07T16:01:00.001-07:00</published><updated>2011-04-07T16:01:22.488-07:00</updated><title type='text'>O goleiro e a empresa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No domingo de 27 de março último, por mais alheios que fôssemos em relação ao futebol foi quase impossível ficar indiferente ao 100º gol marcado pelo goleiro do São Paulo, Rogério Ceni. Particularmente, como bom são paulino que sou e fã do maior goleiro artilheiro do mundo, acompanhei de perto toda esta trajetória, desde seu primeiro gol em 1997. Talvez não estejamos nos dando conta do tamanho do feito obtido pelo atleta tricolor, mas quando pensamos que muitos atacantes não conseguem atingir esta marca tudo muda de figura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, deixando a questão ‘clubística’ de lado, quero aproveitar para traçar alguns paralelos entre o fato e o cotidiano profissional de maneira geral. Sim, porque além dos gols e da marca, há sutilezas que tangem este assunto e que são traços em comum necessários para o sucesso profissional, independente do segmento de atuação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1º Senso de Oportunidade e capacidade em aceitar desafios: Quando Rogério começou a treinar faltas e cobrá-las nos jogos, a equipe do São Paulo não contava com nenhum exímio batedor. Percebendo esta lacuna, o profissional começou a aperfeiçoar-se para assumir tal papel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2º Quebra de paradigmas: Não havia no Brasil nenhum goleiro que fizesse isso. Apenas os goleiros Chilavert (Paraguai) e Higuita (Colômbia) executavam tal tarefa, mas eram vistos como folclóricos em suas equipes. Mesmo recém promovido à equipe profissional e com a missão de substituir o goleiro anterior e ídolo Zetti, Rogério quebrou este paradigma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;3º Suporte da Liderança: Para que um potencial individual seja desenvolvido em uma equipe é essencial que exista o suporte do líder. Quando Rogério se propôs a cobrar faltas e pênaltis, Muricy Ramalho técnico da época e que depois ganhou três títulos brasileiros consecutivos com a equipe ‘bancou’ a aposta e deu respaldo ao atleta. Quantos profissionais talentosos não acabam ficando pelo caminho por não ter apoio de seus líderes?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;4º Buscar um diferencial: Por meio do treino de faltas e pênaltis, Rogério passou a destacar-se em relação a outros goleiros que até então não se preocupavam em ter habilidade com a bola nos pés. Desta maneira passou a ter uma visibilidade maior na mídia e a ser considerado um atleta diferente, especial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;5º Comprometimento e exemplo: Assim como Marcos, goleiro do Palmeiras é exemplo de identificação com o clube. Jogam sempre que podem e às vezes até quando não podem. Literalmente vestem a camisa de seus clubes e são retrato da identificação em uma época onde o que prevalece são os dólares e euros. Rogério sempre é o primeiro a chegar e o último a sair nos treinos da equipe, mesmo sendo consagrado e tendo o maior salário do elenco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois disso tudo, independente do time que você torce, da sua opinião a respeito do atleta e com base no contexto profissional que você vive, quero deixar duas perguntas para reflexão. Primeira: seria importante para uma equipe contar com alguém com estas características? Segunda: Ainda acredita que sucesso pode ser fruto exclusivamente do acaso? Pense nisso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-5214376870857738778?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/5214376870857738778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/o-goleiro-e-empresa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5214376870857738778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5214376870857738778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/o-goleiro-e-empresa.html' title='O goleiro e a empresa'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8673245430185731999</id><published>2011-04-01T04:17:00.001-07:00</published><updated>2011-04-01T04:17:41.447-07:00</updated><title type='text'>Vida de cão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por mais que estude o comportamento humano e trabalhe com isso, algumas coisas realmente ainda me deixam perplexo. Semana passada, minha esposa socorreu um animal de estimação, um pobre cãozinho que a priori havia sido atropelado e agonizava a beira da pista. Levou-o ao veterinário, onde foi examinado, medicado e onde foi diagnosticada a fratura de quatro costelas do animalzinho. Mas, o pior foi a informação do profissional de que pelas características dos ferimentos, não havia sido atropelamento, mas sim provavelmente uma agressão com pontapés e pauladas que havia provocado as fraturas. Simplesmente revoltante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Revoltante, mas não surpreendente. Há poucas semanas li uma notícia de que uma mãe atirou seu filho recém nascido em um córrego. Comportamentos desviantes, que nos remetem às eras de barbárie são cada vez mais comuns.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Muitos argumentam que se não temos condições de tratar bem de nossas crianças e idosos, como vamos nos preocupar com animais? Pois digo o seguinte: primeiro, temos condições sim de tratar melhor do nosso povo. E dos animais também. A questão é que faltam programas direcionados e boa vontade e sobram corrupção, descaso e mau uso do dinheiro público. Além do mais, cachorros e gatos não votam. Se votassem já teriam criado o ‘Bolsa Ração’. Por fim, o assunto não sensibiliza a opinião pública a ponto de significar benefício eleitoral.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo: quando maltratamos animais, estamos desrespeitando algo chamado VIDA. E quando o conceito de vida é banalizado, alguma coisa precisa ser revista. Gandhi dizia que podemos julgar a grandeza de uma nação pela forma que tratam seus animais. Os animais até conseguem lidar com a indiferença, mas suportar crueldade já é demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez você que está lendo não concorde comigo. Respeito sua posição. Contudo, sinto-me privilegiado por ter recebido de meus pais e avós a herança do carinho e respeito pelos animais. Posso dizer que por conversas com profissionais da área veterinária há diversos programas simples que poderiam ser implementados e que melhorariam a qualidade de vida dos animais e por conseqüência dos seres humanos. E o que uma coisa tem a ver com outra?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pesquisa da USP de 2010 relata que o convívio com animais eleva as defesas do nosso sistema imunológico. Há um programa em Londres dirigido a idosos para adoção de cães. Os índices de depressão diminuíram em mais de 40%. Motivo? Os cães eram companhia e o fato de ter de passear com os cães fazia indiretamente estas pessoas praticar exercícios físicos, sair de casa e se sociabilizar com outros donos de cães na rua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Arthur Schopenhauer dizia que a compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter e quem é cruel com animais não pode ser um bom homem. Mas talvez você esteja querendo saber do cãozinho. Chama-se Ludovico, está em tratamento e será adotado pelos meus pais. Se você acha os argumentos, estudos e sentimentos em relação aos animais exagerados, de coração e com muito respeito, lamento. Talvez nunca tenha tido a oportunidade de olhar nos olhos de um cão e sentir o que é fidelidade e amor incondicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8673245430185731999?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8673245430185731999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/vida-de-cao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8673245430185731999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8673245430185731999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/04/vida-de-cao.html' title='Vida de cão'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-5050924641087196778</id><published>2011-03-24T20:58:00.001-07:00</published><updated>2011-03-24T20:58:57.758-07:00</updated><title type='text'>Boa surpresa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A vida é cheia de surpresas. Umas muito boas, outras nem tanto. Penso eu, contudo que nenhuma delas aleatória e grande parte traz ao menos implicitamente um significado maior. Cabe a nós estarmos atentos a isto. Nesta última semana uma destas surpresas, felizmente uma das boas, aconteceu comigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Comentei aqui que atualmente trabalho na área de treinamentos e desenvolvimento humano, mais especificamente na área comportamental. Estes treinamentos são frequentados por pessoas dos mais diversos lugares, idades, classes sociais que possuem um objetivo em comum. Ser melhores. Ter novas atitudes, novos comportamentos, buscar soluções para situações que trazem incômodos e desenvolver novas perspectivas em sua vida profissional e seu contexto pessoal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como boa surpresa, tive a oportunidade de reencontrar um grande amigo que se inscreveu para o curso sem que eu soubesse que ele iria e sem que ele soubesse que iria me encontrar trabalhando. O detalhe é que trata-se de um amigo que estudou comigo na faculdade, dividiu a ‘república’ que formamos e compartilhou momentos muito bacanas de uma época muito especial. Fazia aproximadamente 8 anos que não nos encontrávamos, apesar de durante este período morarmos e trabalharmos muito próximos. Fomos afetados por este mundo maluco, competitivo e dinâmico que vivemos e pelas circunstâncias deste cotidiano apressado que por mais que tentemos evitar acaba nos privando de coisas muito especiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O reencontro foi muito legal. Muitas pessoas costumam usar o termo ‘amigo’ de forma abrangente e até mesmo banalizada. Particularmente, penso que amigo, amigo mesmo tem algumas características que o diferenciam de colegas ou de pessoas que convivemos e pelas quais temos grande apreço. Amigo tem um quê de irmão, sem compartilhar o sobrenome. Sabemos que estamos diante de um amigo quando mesmo há muito tempo sem encontrá-lo conversamos, rimos e nos tratamos como se tivéssemos estado juntos no dia anterior. Porque a real amizade transcende tempo e obstáculos. Amigo se entende no olhar, sorri junto, sabe quando falar e quando silenciar. Sabe inclusive como falar. Respeita a personalidade do outro e apóia quando necessário, com a prerrogativa tacitamente estipulada de discordar quando for preciso. Amigo é aquele que nos conhece completamente e ainda assim gosta de quem somos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amigo sabe até se afastar, dar um tempo para que as coisas sejam processadas. &amp;nbsp;Amigo é versátil, flexível, imprescindível. Amizade não tem vaidade, ego, competição. Mario Quintana dizia que ‘ A amizade é um amor que nunca morre’. Esta boa sincronicidade que a vida me trouxe e que já começo a entender o propósito, me fez assumir um compromisso comigo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Semanalmente entrarei em contato com ao menos um dos meus amigos, prioritariamente com os que há tempos não encontro. Um telefonema, uma visita, um bate papo. Algo que sirva para nutrir este bem precioso chamado amizade e principalmente para reforçar este sentimento tão nobre, salientar a importância destas pessoas em meu caminho e relembrar momentos que foram marcantes em minha vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-5050924641087196778?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/5050924641087196778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/boa-surpresa.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5050924641087196778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/5050924641087196778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/boa-surpresa.html' title='Boa surpresa'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8483486911933015558</id><published>2011-03-17T23:58:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T23:58:07.925-07:00</updated><title type='text'>Epifania</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Novamente falarei sobre um assunto que dificilmente em poucas linhas conseguiremos esgotar. Aliás, propositadamente abordo alguns assuntos aqui para gerar reflexão e principalmente suscitar algumas novas buscas por parte daqueles que lêem. Mesmo porque minha opinião não deve servir como referência, afinal é apenas mais uma dentre tantas outras. Defendo o conceito da liberdade de pensamento. Sem amarras, sem restrições, sem vendas nos olhos. Por mais que o título talvez não seja comum a todos, no final das contas ouso afirmar que você certamente sabe o que é, já passou por isso e talvez conheça por outro nome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Epifania é uma súbita sensação de realização ou compreensão da essência de algo utilizado normalmente para indicar que alguém encontrou a peça que faltava do quebra-cabeça e agora consegue ver a imagem completa. Sabe quando de repente, (aparentemente) do nada, surge algo brilhante em sua mente? Uma idéia genial, uma compreensão maior, a resolução para aquela questão que tanto perturbava. Alguns conhecem como ‘insight’ outros chamam simplesmente de intuição. Saliento, no entanto que em breve falaremos mais sobre intuição e a epifania é apenas um (magnífico) componente da intuição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este mesmo termo é usado em diversas tradições filosófico-religiosas, que inclusive afirmam que epifania é uma manifestação divina. Mas não é minha intenção abordá-la com esta conotação. A menos que, como eu, você acredite que é uma pequena fagulha do Pai Celestial. Aí sim, em um âmbito que não está restrito a nenhuma corrente específica, este termo toma o vulto que merece, pois é aplicado exatamente quando um pensamento inspirador acontece, único, que parece ser divino em natureza e nos dá a (verdadeira) impressão que a Mente Maior se manifestou em nós por meio de uma súbita iluminação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para que possamos exemplificar melhor o significado de momentos de epifania, podemos recorrer ao famoso ‘Eureka’ de Arquimedes ou da percepção de Alexander Fleming ao observar sua cultura de bactérias tomada por fungos e daí criar a penicilina. O fato é que em algumas situações, os momentos epifânicos são deliberadamente ignorados, pois podem originar quebras de paradigmas, ruptura de valores, questionamentos existenciais. &amp;nbsp;Pode aproximar realidades que pareciam até então opostas e inadmissíveis para nosso modo cartesiano de pensar, agir e conduzir nossa vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma epifania gera turbulência interna porque significa exatamente um instante de sincronicidade, algo que pode simbolizar um sinal de que nossa rota está totalmente distante do ponto em que merecemos e devemos chegar. Pode trazer de maneira cristalina nosso real caminho. Porém, nem sempre o caminho mais certo é o mais fácil e é inevitável que tenhamos de mudar. Como? Quando? Desculpe, mas seria presunção minha responder. Basta que se permita ter seus momentos de epifania, desprendendo-se de seu ego, de seus pré conceitos acerca de si mesmo e conectando-se com a Fonte Maior, de onde nos chegam todas as respostas. Mesmo que sejamos insistentes em ignorá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8483486911933015558?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8483486911933015558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/epifania.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8483486911933015558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8483486911933015558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/epifania.html' title='Epifania'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-382816542041231651</id><published>2011-03-10T19:34:00.001-08:00</published><updated>2011-03-10T19:34:52.942-08:00</updated><title type='text'>Comprometimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Atualmente as empresas que prestamos consultoria &amp;nbsp;focam em um ponto bastante nevrálgico da relação profissional, mais especificamente na relação empresa-funcionário chamado comprometimento. As frases que mais ouço é que os colaboradores precisam ser mais comprometidos com a equipe, com os resultados, com a empresa e blá, blá, blá. Parece simples, não é? Pega-se a equipe ou a pessoa, presta-se algum treinamento ou consultoria e... ‘tchãran’... Pronto!!! Eis aqui uma nova equipe/ pessoa, totalmente comprometida...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes fosse assim. Quando falamos em comprometimento a questão é bem mais elaborada. Há uma frase de um líder militar norte americano chamado Norman Scharzkopf que diz que “A verdade é que todos sabem a coisa certa a fazer. A parte difícil é fazê-la”. &amp;nbsp;Isso é bastante plausível. Na maioria imensa das vezes, as pessoas sabem exatamente o que devem fazer, da maneira que devem fazer. São competentes na função que executam, treinadas para isso, sobrevivem financeiramente dos resultados gerados pela atividade profissional que desenvolvem. Alguns são tecnicamente imprescindíveis para a equipe. E mesmo assim, não fazem o que deve ser feito, da maneira correta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A dúvida então permanece. Por que as pessoas não fazem o que devem fazer? Por que não são comprometidas com o trabalho? Na minha humilde percepção há diversos fatores que colaboram para que isto aconteça, mas um deles, normalmente o que menos é observado pelos gestores é o que causa maior desequilíbrio nas empresas, no que diz respeito ao tal comprometimento. Qual?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Simples. As pessoas não são comprometidas nem consigo mesmas. E a questão se torna matemática. Se não são comprometidas nem com seus objetivos pessoais, o que nos leva a crer que serão comprometidas com os objetivos da empresa? &amp;nbsp;Ilusão. É só o gestor dar uma avaliada um pouco mais criteriosa no time que tem, que isto que acabei de pontuar ficará assustadoramente evidente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pode observar. Em grande parte dos casos, não há o mínimo cuidado com a própria saúde, com a imagem pessoal, com a congruência, com bens pessoais, com a vida financeira, com o cumprimento de metas e prazos. Infelizmente as pessoas não vivem, apenas sobrevivem. Se não são comprometidas com sua própria vida, como serão com resultados de outros?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ganham o essencial para viver e satisfazer alguns desejos de consumo (geralmente supérfluos), não vislumbram possibilidades de desenvolver-se e limitam-se a fazer de modo bastante básico suas atribuições. Não existem aspirações maiores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E talvez este ponto de vista gere outra pergunta. Por que as pessoas não vislumbram algo maior e se acomodam, fazendo o mínimo que pode ser feito? Aí mergulhamos um pouco mais fundo, mas me arrisco a dizer que é o resultado da falta de automotivação e a insatisfação com o que fazem, tema já abordado em textos anteriores. Isto forma um círculo vicioso, difícil de ser rompido, onde o funcionário fica infeliz com a situação e o gestor fica fazendo contorcionismos na difícil missão de detectar até onde vale a pena investir e quando é melhor abrir mão do colaborador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-382816542041231651?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/382816542041231651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/comprometimento.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/382816542041231651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/382816542041231651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/comprometimento.html' title='Comprometimento'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2001098701237946260</id><published>2011-03-03T19:47:00.001-08:00</published><updated>2011-03-03T19:47:41.235-08:00</updated><title type='text'>Civilidade e bom senso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais uma vez ao começar um texto recorro ao dicionário para procurar o significado exato de um termo que sinceramente achei que não estivesse ali tamanho é o déficit disto na sociedade. Civilidade: Observação das conveniências, das boas maneiras em sociedade; cortesia, urbanidade, polidez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Centenas de vezes ouvi o clichê: “Vivemos num mundo civilizado...”. Pelo conceito da palavra, não existe mentira maior. No Brasil então, passa longe. O fato é que estamos tão habituados a isto, que certas coisas passam despercebidas. Pior, muitas vezes nós mesmos é que colaboramos para que estes maus hábitos se estabeleçam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já abordei em outra coluna a questão das ‘palavras mágicas’ como obrigado, por favor, desculpe e com licença, entre outras, mas creio que isto está muito mais ligado a questões de educação pessoal. Quando falamos em civilidade, falamos em normas de bom convívio em comunidade. E aí as coisas ficam mais estreitas. O que me motivou a escrever este texto foi uma visita ao cinema nesta semana. Fiquei perplexo em como as pessoas são inconvenientes. Não existe o mínimo respeito para com os outros e faltam noções básicas de comportamento social.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Certamente você já passou por situações deste tipo: Pessoas falando alto ao celular, furando fila, brigando por vagas de estacionamento, parando em locais proibidos, conversando em um tom de voz inapropriado, jogando lixo na rua, querendo levar vantagem, agindo com vandalismo e vivendo como se não existissem outros no mundo. Em um comum ‘efeito cascata’ estes atos podem causar danos inimagináveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por si só esta situação já é desconsoladora. Contudo, além do aumento do número de conflitos (quantas vezes já ouvimos notícias de morte após uma discussão de trânsito?) há impactos ‘invisíveis’ gerados por esta falta de civilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma sociedade mais civilizada geraria imediatamente, por meio da óbvia melhoria na convivência entre os seres humanos, diminuindo o estresse e melhorando até a saúde &amp;nbsp;física das pessoas. Numa percepção ainda mais sutil, um estudo da Universidade John Hopkins, calculou o custo da falta de civilidade nos Estados Unidos: 30 bilhões de dólares. Muito provavelmente no Brasil estes dados devem ser bem maiores. O motivo? A população é mal educada. Os reajustes dos preços de serviços como telefonia e transporte público, por exemplo, levam em consideração os gastos com depredação. Para se ter uma idéia, só no estado de SP, são gastos 14 milhões por ano para consertos de telefones públicos destruídos por vândalos. Um valor muito semelhante é investido para recuperar o patrimônio das pichações. É dinheiro suficiente para aquisição de mais de 170.000 cestas básicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bom senso, ‘desconfiômetro’, integridade, boas maneiras, tolerância, honestidade, respeito, decoro, normas básicas de educação, cuidado com o patrimônio público são pontos cruciais para fortalecer relações cordiais. Para que este conceito se estabeleça são necessárias medidas de conscientização, principalmente de crianças e jovens e também pequenas atitudes, feitas por nós. Será que estamos ao menos fazendo nossa parte?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2001098701237946260?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2001098701237946260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/civilidade-e-bom-senso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2001098701237946260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2001098701237946260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/03/civilidade-e-bom-senso.html' title='Civilidade e bom senso'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8494692782524896002</id><published>2011-02-24T14:26:00.001-08:00</published><updated>2011-02-24T14:26:50.643-08:00</updated><title type='text'>Máscaras e disfarces</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confesso que certas coisas me incomodam um bocado. É inegável que a busca constante pelo desenvolvimento é algo fascinante, mas traz um ônus complicado de lidar. A tendência natural é ficarmos mais perceptivos e isso às vezes faz que não aceitemos qualquer coisa goela abaixo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De minha parte um dos maiores desafios têm sido não me tornar uma ‘personagem de mim mesmo’ ou uma ‘personagem que foi sendo escrito para mim pelas pessoas que compõem o enredo da minha vida’. Policio-me constantemente para que não vire uma caricatura de quem realmente sou e procuro não cair na armadilha muitas vezes irreversível de tornar-me um fantoche que quer sempre agradar aos outros. Sem nenhum tom de arrogância ou presunção, digo: Sou o que sou. Constantemente em busca de melhoria, justamente por estar ciente de minhas inúmeras, infindáveis e constantes imperfeições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em meu trabalho, com meus amigos, com minha família, sou o que sou. E ainda que cada um de acordo com sua ótica e sua essência me veja de uma maneira diferente, para mim continuo sendo o que sou. Com as vantagens e desvantagens que isto traz. Não se trata de falta de flexibilidade, mas sim em prezar por alguns valores e virtudes cardeais e principalmente ser transparente em demonstrá-los. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por bom senso procuro aliar a isto certa polidez e tolerância, mas não se engane. Este perfil pacificador e diplomático tem um limite bem definido por valores éticos e morais. Daí por diante se este limite for ultrapassado, como bom ariano que sou as coisas tomam outro rumo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O paradoxo é que enquanto arduamente luto para não tornar-me um rascunho de mim mesmo, me deparo com pessoas que se esforçam exatamente para conseguir o contrário. São a reprodução mecânica e robotizada daquilo que as pessoas querem encontrar nelas. &amp;nbsp;Sem obviamente entrar no âmbito psicopatológico da questão, essas pessoas criam algo como uma ‘personalidade paralela’ e escondem-se sob um véu ou aura cuidadosamente alicerçada em palavras, gestos e ações que fortalecem a imagem que os demais têm ou querem ter delas. Isto pode até ser conveniente, mas o fardo de viver sendo quem não se é de verdade deve ser grande demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;O fato é que após algum tempo vivendo debaixo de uma máscara, vestindo um disfarce criteriosamente moldado, só há dois desfechos. O primeiro, que beira a insanidade é realmente acreditar que se é a figura que criou, fundindo criador e criatura em uma personalidade factóide. E o segundo é quando nas situações limite, não as de cunho emocional quando todos nós estamos sujeitos a reações desproporcionais, mas sim quando princípios e valores são questionados e deve haver um posicionamento. Aí a máscara acaba caindo, mesmo porque, não se consegue sustentar indefinidamente uma fraude.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ruim é que ainda há algumas pessoas que não sei quem são. Não sei se são elas mesmas ou alguém que criaram. E é muito ruim lidar com pessoas assim. No meu caso, basta olhar bem fundo nos meus olhos. Gostando ou não do que vai encontrar, lá estará estampada a imagem cristalina de quem eu sou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8494692782524896002?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8494692782524896002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/mascaras-e-disfarces.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8494692782524896002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8494692782524896002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/mascaras-e-disfarces.html' title='Máscaras e disfarces'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-6977764190675170838</id><published>2011-02-17T17:45:00.000-08:00</published><updated>2011-02-17T17:45:29.638-08:00</updated><title type='text'>Caminhos inversos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pode ser que gere certa polêmica. Esta reflexão veio semana passada, confesso com certa tristeza. Com a afirmação que farei é possível que Darwin, Lamarck, Lavoisier e tantos outros estudiosos se revirem em seus túmulos. Mas é fato. Talvez você a princípio me ache maluco, mas depois de certa análise concorde comigo. Há pessoas que involuem. Isso mesmo que você leu, algumas pessoas traçam em suas vidas caminhos inversos e acabam involuindo ao invés de evoluir. Chega a ser assustador, mas nem por isso, menos verdadeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Repito que foi com pesar que cheguei a esta conclusão, tristeza mesmo. Principalmente por perceber que isto acontece com pessoas pelas quais tenho carinho, respeito e admiração. A involução sobre a qual me refiro às vezes não é total, mas se apresenta em áreas cruciais da vida do ser humano. Se analisarmos de maneira lógica, como seria possível alguém dar ‘passos para trás’ em sua jornada de vida? Como conceber que pessoas com um caminho tão promissor, com potencial de sobra contentem-se em viver de maneira tão vazia de perspectivas, tão medíocre? E o pior. Como fazer para que elas percebam o que estão (ou o que NÃO estão) fazendo com os dons e capacidades que o Pai Celestial lhes deu? Bem difícil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aqui mesmo neste espaço já afirmei que cada um é senhor de seu destino e que as escolhas pessoais dos outros não devem nos causar maiores dramas, já que são situações que não estão no nosso controle. Mas, mesmo assim chateia ver isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, já que não posso mudar a situação, procurei entender quais os motivos que levam isto a acontecer. E me vieram à mente dois motivos bem claros. O primeiro é a acomodação. Tanto para quem já atingiu certo patamar e acha que já sabe e conquistou tudo quanto para aquele que simplesmente desistiu de batalhar preferindo encostar-se em alguma alternativa ‘fácil’ que a vida lhe deu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E o segundo e a meu ver o principal deles é o ambiente e o grupo de convívio da pessoa. &amp;nbsp;Por estudar e trabalhar atualmente com comportamento humano me impressiona o quanto este fator interfere na personalidade e no modo de encarar a vida de cada um. Diria até que este ponto multiplica exponencialmente a involução mencionada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando a acomodação está presente, mas o ambiente e o grupo de convívio são férteis, a pessoa consegue se desvencilhar deste inimigo e tocar sua vida adiante. O contrário é bastante difícil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para que se tenha idéia, o ambiente e o convívio podem alterar e até mesmo mudar, neste caso para pior, hábitos e padrões de comportamento. &amp;nbsp;Conheço pessoas que eram extremamente educadas e hoje perderam as mínimas noções de postura adequada em sociedade. Outras que tinham horizontes para ser explorados como se fossem águias, mas por estarem cercados de galinhas, acreditam ser uma delas e vivem a ciscar olhando para o chão, caçando migalhas. Pessoas que simplesmente pararam no tempo e continuam a nutrir crenças e paradigmas limitantes, que restringem absurdamente sua capacidade em ver o mundo de maneira ampla. O que mais incomoda em tudo isto é que infelizmente estas pessoas sequer esboçam a reação de olhar adiante e ver que ainda há muito a ser feito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-6977764190675170838?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/6977764190675170838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/caminhos-inversos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6977764190675170838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/6977764190675170838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/caminhos-inversos.html' title='Caminhos inversos'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-8620719938405405984</id><published>2011-02-11T02:14:00.001-08:00</published><updated>2011-02-11T02:14:47.434-08:00</updated><title type='text'>A bola</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No final do mês passado fui convidado a escrever um texto que fará parte do livro Objetos e Memórias 2, voltado a fins assistenciais. O texto deveria ser sobre qual o objeto que mais marcou minha vida. &amp;nbsp;Nunca havia parado para pensar nisto. O objeto que mais marcou minha vida? Se fossem pessoas seria bem mais fácil. Contudo, ao parar para considerar tal fato e com a pronta e imediata concordância de minha mãe, não tive muita dificuldade para definir. Algo simples, contumaz, mas que gerou marcas e aprendizados permanentes para mim. Uma bola de futebol.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, afinal que significado tão especial isto poderia ter? Foi a bola que despertou em mim duas paixões que faço questão de nutrir até hoje. O futebol e o meu time, São Paulo Futebol Clube. Certamente foi este objeto (na realidade foram dezenas de bolas de futebol durante minha vida) e esta paixão instantânea que proporcionaram a oportunidade para que eu praticasse este esporte competitivamente por mais de 20 anos. E nesta trajetória aprendi algumas premissas que carrego comigo até hoje e que me norteiam em meu cotidiano.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aprendi sobre competitividade, sobre espírito de equipe, companheirismo, amizade, lealdade, deslealdade, garra. Aprendi a NÃO gostar de perder, mas também que há limites éticos nas estratégias usadas para ganhar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Percebi que para ter êxito tinha de ser melhor do que os que jogavam contra mim ou os que disputavam comigo a posição no time titular, mas que isto de nada adiantaria se não conseguisse ser, a cada dia melhor do que eu mesmo. Tive alegrias, tristezas, decepções, conheci bons amigos e tive o privilégio de participar de grandes combates, contra adversários fortes. Foram diversas vitórias heróicas e inesquecíveis e outras tantas derrotas amargas e tão inesquecíveis quanto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tive de aprender sobre estratégia, tática, planejamento. E que ainda assim as coisas não saem bem como queremos, pois no futebol (e na vida) nem tudo está no nosso controle. Outros conceitos que aprendi, às vezes a duras penas? Coragem, determinação, superação, resignação, paciência, autoconfiança, dedicação, hombridade, honra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tive a sorte de conviver com as mais variadas pessoas e ambientes, o que fez com que eu aprendesse respeitar as diferenças. Pude distinguir claramente o que se deve e o que não se deve fazer. E que nem sempre as coisas são tão justas. Ou melhor, que nem sempre acompanham o nosso conceito de justiça.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Precisei diferenciar entre quando me defender, quando defender os outros e quando atacar. A ficar calado na hora certa e esbravejar, sempre com respeito, quando necessário. Meu status atual sobre futebol? Cada vez mais são paulino e me recuperando da segunda cirurgia no joelho (uma em cada um deles) em menos de um ano. Prova viva de que ainda hoje, muito do que sou para o bem e para o mal é devido a este objeto, a bola, que permeia o sonho de tantos jovens e que para mim, além de um passado feliz e saudoso faz parte de uma realidade que nunca vai se apagar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-8620719938405405984?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/8620719938405405984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/bola.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8620719938405405984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/8620719938405405984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/bola.html' title='A bola'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-188457426113282300</id><published>2011-02-03T16:09:00.001-08:00</published><updated>2011-02-03T16:09:36.577-08:00</updated><title type='text'>Lembrete</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao ler estas próximas linhas, você estará na melhor das hipóteses no dia 04/02/2011. Até aí nenhuma novidade e caso esta data não seja seu aniversário ou haja algum compromisso especial marcado, trata-se de um dia como outro qualquer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, para servir como um lembrete mesmo, digo que um mês deste ‘ano novo’ já se passou. Aproximadamente 10% dos dias do ano já escaparam pelo vão de seus dedos. E a pergunta é: lembra-se daqueeeelas promessas que fez para o ano novo? Estão em andamento?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já se matriculou na academia ou no curso de inglês? Começou a dieta? Retomou os contatos que prometeu a si mesmo retomar? Prestou vestibular? Distribuiu os currículos para tentar uma nova chance ou uma mudança de ares profissionais? Passeou? Viajou? Leu os livros ou viu os filmes que estavam atrasados?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É possível que várias destas coisas ainda não tenham sido feitas. Não se culpe. Faz parte do padrão usual do comportamento da maioria assustadora dos seres humanos. As festas de fim de ano servem como uma linha demarcatória, um novo ponto de partida onde na teoria parece ser o momento ideal para dar um basta em algumas coisas e priorizar outras. No entanto, se formos pensar friamente, para a mente inconsciente não passa de um dia depois de outro. Do dia 31 para o dia 1º, nada mudou. Naquele dia, amanheceu, anoiteceu, você comeu, bebeu (às vezes até demais), dormiu. Tudo o que sempre faz nos outros 364 dias do ano. Portanto, para sua mente inconsciente foi um dia comum. Só o seu consciente sabia que se tratava de uma data ‘diferente’. O que quero dizer com isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Fique atento. Se não perceber daqui a pouco mais um ano se passou e mais uma vez muitas coisas, ficarão pelo caminho. Foi assim em 2009, 2008, 2007... Entretanto, tenho uma boa notícia. Historicamente, pessoas que conseguiram realizar seus sonhos, desejos e conquistar seus objetivos conseguiram isto em curtos espaços de tempo. Mesmo aquelas que começaram tarde, na maioria das vezes chegaram lá.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sabe como algo mágico parece que acontece? Como se na realidade nossos sonhos estivessem ali parados só esperando que fôssemos buscá-los? Mais ou menos assim. Conheço pessoas que se realizaram depois dos 60 anos, outras que antes dos 30 já se consideravam plenas. Até porque estamos falando de conceitos subjetivos. Felicidade, realização, conquistas, tudo que diz respeito a conceitos puramente pessoais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ressalto a importância de buscar o que se deseja. Não deixe as coisas para depois, faça o que tem de ser feito, por mais difícil e trabalhoso que pareça. Você perceberá que como em uma brincadeira de Lego ou no bom e velho ‘cubo mágico’ uma simples mudança de ‘peças’, uma pequena alteração no cenário atual gera automaticamente um ‘encaixe’ de outras peças que a princípio nada tinham a ver com a situação, mas que se acomodam em conseqüência de uma atitude. Experimente. Faça algo que se comprometeu a fazer. E verá como o panorama se altera. Você vai adorar esta experiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-188457426113282300?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/188457426113282300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/lembrete.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/188457426113282300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/188457426113282300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/02/lembrete.html' title='Lembrete'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-9160400435535477664</id><published>2011-01-27T16:48:00.001-08:00</published><updated>2011-01-27T16:48:39.079-08:00</updated><title type='text'>Problema crônico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Brasil há algo capaz de tirar do sério o mais tibetano dos monges. Se você já precisou falar com uma operadora de telefonia, de um serviço de algum profissional autônomo ou mesmo de um atendimento em serviço público sabe o que estou falando. Creio que um dos problemas crônicos em nosso país é a péssima qualidade que encontramos de modo geral na prestação de serviços. É inegável que o contexto profissional mudou. O desenvolvimento do país nos últimos 15 anos criou um ambiente favorável para quem busca emprego. Em contrapartida gerou uma dificuldade considerável para quem busca profissionais. A escassez de mão de obra qualificada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O cenário antigo, onde poucas pessoas concluíam os níveis básicos de ensino e um percentual menor ainda chegava a um curso superior, foi drasticamente alterado. A enxurrada de faculdades, a facilidade dos cursos pela internet, o maior acesso a meios de aperfeiçoamento técnico/ profissional acabou virando uma faca de dois gumes, pois não necessariamente um diploma ou certificado na mão é garantia de qualidade. Milhares de profissionais formados anualmente nas mais diversas áreas não reúnem os requisitos básicos para exercer a profissão. Quando focamos então em áreas menos específicas, a realidade é ainda mais desconcertante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Exagero de minha parte? Pela experiência que temos ao prestar consultoria para empresa e os problemas que a área de recursos humanos nos apresenta, na realidade estou sendo bem otimista. A realidade é que somos tratados como lixo e pagamos altas taxas por isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Muito se divulga que há fartura de vagas para emprego. Até é verdade, mas é só uma parte dela. Um dos motivos da disponibilidade de vagas é que os candidatos não atendem às expectativas do empregador. Há vagas que ficam por mais de um ano sem ser preenchidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Infelizmente, hoje existe um abismo entre o que se espera do candidato e o que este pode oferecer. Há pessoas que ‘estão’ fazendo algo, mas não ‘são’ do ramo. Há pessoas que ‘estão’ trabalhando em funções administrativas, mas isto está bem longe do que desejam. O resultado é que trabalham desmotivadas, insatisfeitas e vislumbrando qualquer oportunidade que lhe propicie alguns reais a mais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Milhares de pessoas são literalmente jogadas no mercado de trabalho, sem estarem aptas para isto. O funil fica ainda mais estreito quando adicionamos a esta estatística o despreparo comportamental destas pessoas. Segundo pesquisas da Fundação Getúlio Vargas, mais de 72% das demissões são causadas por problemas comportamentais. Ou seja, às vezes o indivíduo é até bom no que faz, mas não consegue relacionar-se bem em seu ambiente profissional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Algumas (poucas) empresas têm estado atentas a isto e começaram a investir em treinamentos para a qualificação de seus colaboradores. &amp;nbsp;Nossos serviços e impostos são os mais caros do mundo, mas certamente a qualidade na prestação destes serviços está bem aquém da que desejamos e merecemos. Ou você está feliz com o modo com que é atendido?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-9160400435535477664?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/9160400435535477664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/01/problema-cronico.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/9160400435535477664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/9160400435535477664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/01/problema-cronico.html' title='Problema crônico'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-1266052668018445148</id><published>2011-01-20T13:21:00.001-08:00</published><updated>2011-01-20T13:21:09.069-08:00</updated><title type='text'>O melhor e o pior</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desta vez não teve jeito. Problemas semelhantes ao que aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro já acontecem há tempos no Brasil. Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e mais recentemente Santa Catarina já sucumbiram às chuvas. Nem estes episódios recorrentes serviram de alerta e de forma avassaladora fomos expostos a esta tragédia sem precedentes. Segundo a divulgação da mídia a maior tragédia da história do país. Não sei se a informação é verídica, mas ao menos que me lembre, jamais vi nada igual. E o que normalmente vemos pelo noticiário, consternados quando outros países são atingidos por furacões, terremotos, tsunamis e outros desastres naturais, aconteceu bem aqui, do nosso lado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As cenas impressionantes chocam cada vez que são vistas. Mais de setecentos mortos, quando as previsões apontam para cerca de mais de mil vítimas fatais. Chocante, impressionante. Pela quantidade de mortos e de famílias totalmente destruídas em sua história, dignidade e futuro. Fica clara a fragilidade de um país que insiste em se achar desenvolvido, mas que escorrega em questões rudimentares, como a incapacidade de coordenar um plano emergencial para ajudar seu povo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Logicamente não adianta nada apenas procurar os culpados, mas é inegável que mais uma vez as autoridades foram negligentes. Um plano para emergências e desastres naturais foi prometido pelo governo federal em 2005 e apenas agora, vai começar a sair do papel. Somado ao descaso sobre as ocupações irregulares de áreas de risco e à falta de bom senso (ou opção) da população que insiste em construir nestes locais e finalmente a devastação ambiental formam o cenário propício para tais ocorrências.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, chamo a atenção para outro prisma desta tragédia. São exatamente nas situações limite, onde o ser humano e sua sobrevivência são colocados à prova é que afloram o pior e o melhor que existe dentro de cada pessoa humana. &amp;nbsp;Nestes momentos que aparecem a solidariedade, o espírito colaborativo e o senso humanitário. A abnegação dos bombeiros (sempre eles), da defesa civil, das forças armadas, policiais e as centenas de voluntários. Inclusive alguns que perderam toda a família, mas que preferiram drenar sua dor na ajuda a seus semelhantes. Nestas atitudes fica evidente a grandeza que pode existir dentro de cada um de nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, toda moeda tem dois lados e onde existe tanta bondade, também vem à tona o que há de mais sórdido, cruel e vil. Pessoas que desviam e roubam donativos, comerciantes que aproveitam do desespero para cobrar preços abusivos e os políticos (sempre eles) que usam o contexto para discursos cheios de demagogia e autopromoção. Vale uma ressalva. Da parte da nova presidente, louvável sua postura discreta. Pelo menos não precisamos no meio de tanta tristeza agüentar as bravatas e fanfarronices a que ficamos acostumados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Felizmente para cada mau caráter existem 100 homens dignos. Que a dor destas famílias sirva como ponto de partida para atitudes contundentes e assertivas. Que o Pai Celestial ilumine, conforte e dê forças a estas pessoas. Com meu respeito e pesar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-1266052668018445148?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/1266052668018445148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/01/o-melhor-e-o-pior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1266052668018445148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/1266052668018445148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/01/o-melhor-e-o-pior.html' title='O melhor e o pior'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3236894566657665791.post-2971621651919452946</id><published>2011-01-13T13:12:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T13:12:04.505-08:00</updated><title type='text'>Bem vindo 2011</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como a última coluna do ano passado tinha o título de ‘Obrigado 2010’ e servia como uma reflexão sobre o que se passara, ainda que já estejamos na segunda semana deste ano, como esta é a primeira coluna de 2011, achei por bem um título que saudasse este novo ciclo. Porém de um jeito um pouco diferente. Algo que soasse ao mesmo tempo pessoal, mas que talvez representasse alguns dos anseios comuns a tantos de nós, pessoas humanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confesso que serve também de guia pessoal, visando à estrita observância de alguns itens que obviamente não servem como receita infalível para uma vida perfeita, mas são preceitos razoáveis para um cotidiano mais aprazível. Então, que seja bem vindo este 2011, que outrora pareceu tão distante, mas agora já é e deve ser usado como...presente. Que traga consigo as lições que devo aprender, para quem sabe com muita dedicação melhorar um pouco, frente ao muito que é necessário, a pessoa que sou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;E que para isto, como sempre ouço de um grande mestre e amigo, eu tenha dentro do meu coração as cordas afinadas no mesmo diapasão que toca o “Grande Violão”. E que eu consiga diferenciar os ritmos; aliás, que eu esteja sempre no ritmo, no ritmo certo, seguindo o fluxo das coisas, nem tão veloz como normalmente exige a ardil ansiedade, nem tão lento como manda a sagaz displicência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que meus sonhos continuem vivos. E se estes sonhos estiverem em desacordo com minha missão, que eu passe a ter novos sonhos, que atendam o meu real propósito em estar vivo. Falando em sonhos, que eu perceba sempre, dormindo ou acordado, que meus sonhos são a mais pura ligação entre minha alma e meu destino. E sabendo disso que eu não seja precipitado e nem leviano com estes sonhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que eu saiba desfrutar dos bons momentos com alegria e discernimento e consiga assimilar os golpes que virão com dignidade e o mesmo discernimento. Além disso, que eu tenha percepção suficiente para perceber quando os golpes de outras pessoas são desferidos contra mim, por algo que tenha feito (ou deixado de fazer) e quando sirvo apenas como recipiente para as confusões, desacertos e inseguranças delas. Lembrando, claro, de rogar ao Pai Celestial que mantenha em meu caminho os reais companheiros de jornada, mas que também continue a abençoar e guardar, sem nenhum ressentimento, os que optaram por outras trilhas. Ah! Importante! Que minha sensibilidade seja suficiente para diferenciá-los quando cruzarem meu caminho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que os ventos e tempestades de mudança sejam de intensidade suportável e me mantenham com os pés no chão, disposto a colocar mais uma pedra, depois de polida em minha edificação pessoal, que deve obedecer a um complexo paradoxo entre a consistência firme de caráter unida à flexibilidade em saber como e quando devo mudar. Tudo isto, sem sucumbir aos sorrateiros venenos da vaidade, deslealdade e outros tão traiçoeiros. E que o ímpeto, como uma chama que brilha intensa e continuamente continue a guiar meus passos, sempre em equilíbrio neste ciclo chamado vida.Que assim seja. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3236894566657665791-2971621651919452946?l=falandoseriocp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/feeds/2971621651919452946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/01/bem-vindo-2011.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2971621651919452946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3236894566657665791/posts/default/2971621651919452946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://falandoseriocp.blogspot.com/2011/01/bem-vindo-2011.html' title='Bem vindo 2011'/><author><name>Correio Paulista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00932352857064508014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
